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Economia

4 pontos para ficar atento antes de fazer um empréstimo

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Existem muitos pontos para ficar atento antes de fazer um empréstimo, especialmente em um momento tão crítico como o atual. Afinal, passamos por uma pandemia do novo coronavírus justamente em um momento que já era de crise econômica, com mais de 60 milhões de inadimplentes no Brasil inteiro. Isso significa que o momento é ainda mais sensível e pode resultar em vários tipos de problemas.

Portanto, antes de entrar em uma situação de empréstimos, é essencial ter atenção a certos elementos para garantir que o crédito não se transformará em um problema na sua vida e complicará ainda mais a sua situação financeira. Afinal, é fato que um empréstimo pode ser um salvador em muitas situações, mas também pode ser um agravante para uma vida financeira desorganizada.

Portanto, veja a seguir os principais pontos para ficar atento antes de fazer um empréstimo para poder garantir que o crédito terá um efeito positivo e não negativo na sua vida!

4 pontos para ficar atento antes de fazer um empréstimo

1. Qual a finalidade do empréstimo?

O primeiro ponto a ter em mente antes de fazer um crédito é pensar na sua finalidade. Para que você quer esse empréstimo? Isso é importante pois o objetivo final do crédito ajuda a definir os cuidados básicos com ele.

Por exemplo, você pode querer um empréstimo para poder juntar todas as dívidas em uma só, com uma taxa de juros menor e mais facilidade para pagar. Isso é um ponto positivo.

No entanto, você também pode querer um empréstimo para comprar um carro novo, sendo que o seu atual já é muito bom. Pense bem na finalidade do crédito e veja se essa é a melhor opção para você atualmente.

2. Qual é o CET do crédito?

O segundo ponto a analisar é o CET (Custo Efetivo Total) do empréstimo realizado. Isso é importante pois muita gente foca apenas na taxa de juros, achando que esse é o único custo de um crédito.

Na verdade, existem várias outras taxas, obrigações e custos embutidos em um empréstimo. Por isso, existe o CET, que junta todos esses custos em um número só, fácil de ser comparado. Todo banco ou financeira é obrigado a revelar o CET de um empréstimo para o cliente antes de assinar contrato. Portanto, veja o valor e compare com outras opções para entender qual é o melhor para você.

3. Qual é o prazo de pagamento?

Quando for se planejar para lidar com o empréstimo, analise bem o prazo do pagamento. Isso é importante pois muitas pessoas pensam que, quanto maior o prazo, melhor é para pagar. De fato, a tendência é que as parcelas fiquem menores mesmo. No entanto, o efeito dos juros é maior no longo prazo, o que encarece o crédito.

Portanto, veja bem o impacto que alguns meses a mais no seu empréstimo farão no custo total dele antes de assinar contrato.

4. Qual é o impacto das parcelas na sua renda mensal?

Por fim, analise bem o impacto que as parcelas terão na sua renda mensal. Afinal, há espaço para lidar com as parcelas todos os meses no seu orçamento? O ideal é que as mensalidades de um empréstimo não ultrapassem 30% da sua renda bruta mensal. Se ultrapassarem, então você pode estar em uma situação de sobrecarga e pode não conseguir lidar com a dívida no futuro.

Agora você já conhecer esses pontos para ficar atento antes de fazer um empréstimo. Com essas informações, conseguirá organizar melhor a sua vida financeira para evitar se complicar quando pegar um crédito. Dessa forma, poderá usar um empréstimo do jeito certo, para aliviar as suas dívidas ou financiar uma aquisição, em vez de aumentar o seu problema.

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Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

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Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

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O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


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