Curta e Compartilhe!

Economia

O Futuro dos Restaurantes Pós-pandemia: Principais Tendências

Publicado

on

Confira neste artigo as principais tendências que bares, restaurantes e similares podem esperar para o setor a partir de 2021 no cenário pós-pandemia!

O ano de 2020 foi completamente atípico por conta do novo coronavírus (covid-19) e, infelizmente, muitas empresas e pessoas foram ou ainda estão sendo afetadas pela pandemia.

Diversos profissionais perderam seus empregos, inúmeras empresas encerraram suas atividades e a economia como um todo foi fortemente abalada.

E nesse cenário tão difícil estão os restaurantes, estabelecimentos que, por conta das medidas de segurança e isolamento social, tiveram que parar com seus serviços presenciais temporariamente.

Como consequência disso, diversos negócios foram impactados, fecharam as portas ou tiveram prejuízos nos últimos meses.

No entanto, aos poucos, esses serviços estão voltando a funcionar, mesmo que de maneira reduzida, devido às medidas de flexibilização.

Sendo assim, o que esperar em relação ao futuro de restaurantes pós-pandemia? Quais os prováveis cenários e quais serão as principais tendências para o setor gastronômico? É sobre isso que iremos falar no artigo de hoje!

Portanto, continue acompanhando a leitura com atenção para saber mais sobre o assunto.

Principais tendências para restaurantes pós-pandemia

Enquanto algumas pessoas estão ansiosas para sair, encontrar e se reunir com amigos e familiares em uma mesa de bar ou restaurante, outras ainda estão receosas, com medo e preocupadas com o risco de contaminação.

Por isso, mesmo com as medidas de flexibilização, essa retomada não será fácil. E talvez só com a vacina as coisas voltem a melhorar de fato.

Então, para se preparar e se adaptar a este novo normal, é importante que os restaurantes se atentem aos seguintes pontos que falaremos a seguir.

Delivery

O delivery foi a salvação para muitos negócios durante a quarentena e daqui em diante ele continuará sendo bastante importante, principalmente porque as pessoas estão cada vez mais conectadas e utilizando esse meio para fazer compras, que, convenhamos, é muito mais prático e cômodo.

Portanto, mesmo com um estabelecimento físico aberto, é importante que o delivery seja mantido e valorizado.

Limpeza ”hospitalar”

A limpeza e os cuidados com a higiene são fatores essenciais para o futuro de restaurantes pós-pandemia. E isso vale tanto para o ambiente em si, onde as pessoas comem, quanto na cozinha, onde as refeições são preparadas.

É preciso ter um padrão hospitalar de limpeza para garantir mais segurança a todos (colaboradores e clientes).

Mudanças no salão

O salão que era de um jeito até janeiro/fevereiro deste ano, com certeza será diferente daqui em diante.

Isso porque, é preciso um espaçamento maior no ambiente a fim de evitar aglomerações.

Logo as cadeiras e mesas para restaurantes terão uma nova disposição a partir de agora, para que o contato e proximidade entre as pessoas seja diminuído ou evitado.

Espaços ao ar livre

Outra forte tendência para o setor será a busca de restaurantes que tenham espaços ao ar livre, isto é, que sejam mais abertos e arejados.

Isso porque, ambientes fechados podem gerar mais riscos, mesmo com os cuidados necessários.

Portanto, espaços abertos, em calçadas e jardins, por exemplo, serão mais procurados por muitos consumidores nessa retomada.

Novos horários

Restaurantes daqui em diante deverão evitar aglomerações. Por isso, estabelecer novos horários de funcionamento será extremamente importante para controlar o fluxo de pessoas e manter o ambiente dentro do limite permitido.

E caso isso não aconteça, o restaurante poderá levar uma multa ou até mesmo ser fechado. Coisa que ninguém quer, ainda mais em tempos de crise.

Uso de descartáveis e itens próprios

Outro aspecto que fará parte da rotina de restaurantes no futuro pós-pandemia será o aumento no uso de materiais descartáveis e de clientes que levam os próprios utensílios para comer.

Este item é um pouco polêmico e ainda gera discussão, mas é importante levá-lo em conta também.

Mais tecnologia

Para finalizar, restaurantes pós-pandemia terão mais tecnologia!

Isso porque, as tecnologias fazem parte da nossa rotina, isso é fato, e a tendência para restaurantes no futuro é que o seu uso seja intensificado, por exemplo, com a adoção de cardápios digitais e o uso de máquinas para pagamento com cartão por aproximação.

Dessa forma, não será necessário digitar informações e a senha para efetuar um pagamento com cartão.

E para você, como será o futuro de restaurantes pós-pandemia? Deixe um comentário abaixo, queremos ouvi-lo (a)!

Comentar

Comente a notícia

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Publicado

on

Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

Mentes Blindadas no Google News
Mentes Blindadas no Facebook News

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


Mentes Blindadas no Google News
Mentes Blindadas no Facebook News
Continuar lendo

TECNOLOGIA

CONHECIMENTO

NOTÍCIAS POPULARES