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Economia

Mercado de cursos online de marketing cresce no Brasil: conheça algumas opções

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Hoje em dia é muito comum vermos pessoas optarem por cursos a distância no formato online.

De acordo com o Censo da Educação Superior de 2016, do Inep, enquanto o ensino presencial teve queda anual de 0,08% nas matrículas, o ensino a distância (EAD) teve expansão de 7,2%.

Isso se deve ao “boom” de info-produtos nos últimos anos no Brasil. Se nos Estados Unidos, os cursos online já eram tendência há muitos anos, no Brasil ainda é recente.

Para que você possa potencializar seu conhecimento sobre Marketing e gerar tráfego para seu site algumas atitudes devem ser tomadas. Por isso, nós selecionamos 4 cursos online que vão te auxiliar a definir com propriedade qual tráfego é o melhor para seu negócio e quais estratégias deverá adotar. Vamos lá?

Marketing Viral: os elementos que podem promover a sua ação digital

O storytelling é uma das estratégias mais eficazes de conquistar o público e tornar seu produto e/ou serviço conhecido e lembrado. Nossa primeira dica de cursos online, portanto, é o curso de Marketing Viral da Alura. Com ele você irá aprender através de 6 elementos como trabalhar com histórias e com a emoção para envolver o seu público. Além de descobrir como se tornar uma autoridade no seu nicho de mercado.

Marketing de Conteúdo – Rock Content

A segunda dica de cursos online para potencializar seu conhecimento sobre estratégias no ambiente digital, se trata de um curso gratuito da Rock Content. São 10 aulas com o total de 4 horas de curso, onde aborda-se temas como: Marketing de Conteúdo, definição de personas, funil de vendas, SEO e métricas. Além disso, ao concluir o curso e ter tido ao menos um aproveitamento de 70%, você recebe um certificado com validade de 2 anos.

Curso de Inbound Marketing

Foi desenvolvido especialmente para empreendedores ou pessoas que trabalham com marketing digital e desejam se atualizar. O conceito de Inbound está inteiramente ligado a concepção de encantar e atrair clientes, por isso é comumente conhecido como Marketing de Atração. O conteúdo do curso totaliza em 4 horas e meia, está dividido em 12 aulas e foi criado pela HubSpot.

Marketing Digital para o Empreendedor

Nossa última dica de cursos online para quem deseja melhorar estratégias de tráfego de sua página e atrair clientes em potencial, se trata de um curso oferecido pelo SEBRAE. O “Marketing Digital para o Empreendedor” visa auxiliar o empreendedor a desenhar estratégias de como implementar o marketing digital em seu negócio. O curso é gratuito, e tem 2 horas totais de aulas.

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Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

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Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

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O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


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