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Economia

4 vantagens do táxi em comparação com outros meios de transporte

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Você já parou para pensar nas vantagens do táxi em comparação com outros meios de transporte? De fato, pode ser que não tenha considerado isso. Afinal, é comum considerar o táxi como um meio de transporte “caro” e “inacessível”. No entanto, ele tem sim uma série de benefícios que faz com que ele seja muito mais interessante e vantajoso para a população em uma série de contextos.

Não é à toa, por exemplo, que existem cerca de 600 mil taxistas no Brasil executando essa importante função para a sociedade. Ainda que a presença de aplicativos de carona tenham reduzido pela metade o número de corridas desses profissionais, eles só provam como o táxi é vantajoso para a população em comparação com outros meios de transporte, quando feito do jeito certo.

Quer aprender as vantagens do táxi em comparação com outros meios de transporte? Então siga a leitura e veja todas as dicas dadas pela Vermelho e Branco Rádio Táxi, uma das principais fornecedoras de táxi de São Paulo!

Vantagens do táxi em comparação com outros meios de transporte: 4 benefícios

1. Sempre acessível, em qualquer horário

A vida na cidade não para depois das onze horas da noite. Se você estuda até tarde, faz hora extra no trabalho, ou quer voltar de madrugada depois de uma noite divertida, sabe a dificuldade de se preocupar com o transporte público na volta para casa.

Além do horário restritivo, há também a questão da segurança. A maioria das companhias de táxi tem central de atendimento por telefone e garantem que seus motoristas são bem recomendados. E se você já tem um taxista favorito, pode ligar direto para ele e estar rápido em casa para descansar, não importando o horário.

2. Mais confortável

Nenhum transporte público se compara ao conforto do táxi. Ar-condicionado, espaço privativo, bancos confortáveis e sem o sufoco de se espremer junto de outros passageiros. Depois de um dia estressante no trabalho, não tem por que não escolher a opção mais relaxante e tranquila para se locomover de um ponto ao outro da cidade. Principalmente na hora do rush, quando é garantido que irá passar um bom tempo no trânsito.

3. Mais barato do que ter um carro

Em matéria de conforto, o táxi ganha do transporte público, e em matéria de economia, ele ganha até do carro particular. Ter um carro hoje em dia envolve muitos gastos que podem ser cortados ao usar um táxi, como a gasolina, manutenção, revisão, e a depreciação natural que ocorre com o carro próprio. E se isso não é vantagem o suficiente, ao utilizar o táxi você ainda contribui com o meio ambiente para a redução de emissão de carbono.

4. Mais personalização no trajeto

Andar de ônibus ou de trem é muito mais demorado do que andar de táxi, e isso porque eles cumprem uma rota fixa, que nem sempre é a mais vantajosa. Toda as paradas desnecessárias transformam uma viagem de 15 minutos em uma viagem de 40 minutos, até duas horas, dependendo do horário! Com o táxi você pode escolher qual a melhor rota até o seu destino e garantir que ele só irá parar quando chegar lá.

Viu só quantas vantagens do táxi em comparação com outros meios de transporte? Deu para ver que, de fato, faz todo o sentido investir em pegar um táxi mais vezes do que em se apertar no ônibus ou no metrô, não é mesmo? Portanto, separe já alguns bons números de companhias de táxi para poder solicitar um motorista quando precisar fazer uma corrida específica para algum lugar.

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Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

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Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

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O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


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