Curta e Compartilhe!

Economia

Quanto ganha um enfermeiro?

Publicado

on

A procura por saber quanto ganha um enfermeiro é um dos fatores determinantes na escolha da especialização. Outro fator importante é a demanda do mercado: a procura por profissionais de saúde com o novo coronavírus cresceu 165% nos primeiros quatro meses de 2020 e as vagas na área tiveram um crescimento de 677%.

Um enfermeiro pode atuar em diversas áreas de saúde e, para isso, precisa se especializar na área pretendida. Existem muitos cursos disponíveis no Ensino em Saúde, e conhecer os melhores pode ser um diferencial para alavancar sua carreira e aumentar seus ganhos, já que 77% dos enfermeiros não têm curso superior.

Veja a seguir as principais especializações e quanto ganha um enfermeiro em cada uma dessas áreas.

Quanto ganha um enfermeiro em várias áreas?

Enfermagem Neonatal

A enfermagem neonatal cuida dos recém-nascidos, em especial dos que precisam de cuidados intensivos, atuando em hospitais, maternidades e até mesmo em casas de parto e partos domiciliares. Requer habilidades como resposta rápida a emergências, monitoramento de oxigenação, administração linhas intravenosas, medicamentos, reanimação neonatal e o uso de incubadoras, tubos de alimentação. A média salarial é de R$ 3.768,00.

Enfermagem em Auditoria

Uma especialização pouco procurada, mas que pode oferecer excelentes ganhos. Apesar de ser uma profissão administrativa, o enfermeiro auditor deve conhecer os procedimentos, para fiscalizá-los e supervisioná-los. Ele verifica os postos de trabalho e de atendimento em enfermagem, a utilização e o descarte seguro do instrumental, medicamentos, equipamentos de proteção e a higienização do ambiente. A média salarial é de R$ 3.917,00, podendo chegar a R$ 8.190,00.

Enfermagem Ginecológica e Obstétrica

O enfermeiro ginecológico e obstétrico é especializado em assistir à saúde da mulher em seu ciclo vital, com especialização em saúde gestacional, parto e pós-parto. Pode atuar em hospitais, maternidades, postos de saúde, clínicas, casas de parto e em partos domiciliares. A média salarial é de R$ 3.718,00, e pode chegar a R$ 6.840,00.

Enfermagem em Nefrologia

Com poucos profissionais especializados, a enfermagem em nefrologia tem uma crescente demanda, principalmente com a crise do novo coronavírus, que aumentou a necessidade de hemodiálise, em pacientes com Covid-19. Esse enfermeiro especializado oferece assistência e cuidado ao paciente que sofre de doenças renais. A média salarial é de R$ 4.144,00.

Enfermagem Cardiovascular e Hemodinâmica

Área voltada para assistência ao paciente em pré-operatório, procedimentos cirúrgicos e pós-operatório cardiovascular. Esse enfermeiro é responsável pelas entrevistas pré-procedimento, pelos exames clínicos, preparos, posicionamento na mesa, assistência nas intercorrências, instalação dos monitores e nos cuidados do pós-operatório, como alimentação, higiene, medicamentos e monitoramento. A média salarial é de R$ 4.000,00.

Enfermagem em Emergência

Atua nos procedimentos de urgência e emergência em prontos-socorros, hospitais, maternidades, clínicas, postos de saúde e até mesmo em eventos como shows e jogos esportivos. Ele deve ser capaz de atender com agilidade a pacientes em situações de emergência de todas as idades, com abordagem humanizada e observação rápida dos sinais vitais e das necessidades de intervenções e administração de medicamentos. A média salarial é de R$ 4.000,00.

Enfermagem em UTI

É a especialização mais procurada do mercado e a mais intensiva. O enfermeiro em UTI tem habilidades multidisciplinares, atuando nos cuidados em higiene, monitorando sinais vitais, trocando curativos, administrando medicamentos, auxiliando a equipe médica e dando o apoio e informação aos familiares. A média salarial é de R$ 3.381,00, e pode chegar a R$ 7.000,00.

Podemos ver que a escolha da especialização é determinante no quanto ganha um enfermeiro, na sua qualidade de vida e na sua atuação profissional. É importante também que essa escolha seja feita de acordo com suas capacidades e habilidades pessoais. E você, por qual especialização se interessou? Responde nos comentários.

Comentar

Comente a notícia

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Publicado

on

Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

Mentes Blindadas no Google News
Mentes Blindadas no Facebook News

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


Mentes Blindadas no Google News
Mentes Blindadas no Facebook News
Continuar lendo

TECNOLOGIA

CONHECIMENTO

NOTÍCIAS POPULARES