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Economia

Como escolher o apartamento ideal?

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homem comprando imóvel

Dados divulgados nesta semana pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) revelam que as vendas de imóveis novos bateu recorde em agosto, superando em 58,9% o mesmo período do ano passado. No total, foram mais de 13 mil unidades vendidas em agosto de 2020.

As vendas de imóveis novos foram impulsionadas, principalmente, pela política de redução de juros do Banco Central, pelas novas linhas de financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal e também pela portabilidade de crédito, que aumentou a concorrência no setor financeiro.

Essas medidas elevaram a procura por consumidores interessados em investir em imóveis residenciais. Se você faz parte do grupo interessado em adquirir um apartamento novo, alguns cuidados são necessários para fazer uma compra segura. Confira a seguir!

Como escolher o apartamento ideal?

A alta procura por novos apartamentos nas principais cidades brasileiras acaba elevando o preço médio do metro quadrado. Desta forma, a primeira coisa que você deve fazer é um mapa das regiões em que pretende morar.

Separe os bairros por atrativos como oferta de escolas e hospitais, facilidade de chegada e saída com transporte público, distância para o trabalho e para a faculdade e também proximidade de amigos e familiares.

Lembre-se que a locomoção nas grandes cidades não é uma das melhores coisas, o que te obriga a avaliar bem os bairros para não ter que percorrer longas distâncias diariamente.

O próximo passo será avaliar a capacidade financeira de fazer este tipo de investimento. A compra será com uma única renda ou será em casal? Você tem uma reserva financeira? Em média, os bancos exigem em torno de 20% de saldo de entrada para liberação do crédito.

Além disso, você precisa estudar sobre as tabela SAC e Price, que são as principais aplicadas em financiamento imobiliário para entender as vantagens e desvantagens de cada uma.

A terceira etapa é pensar no futuro breve que tipo de imóvel é ideal para você e sua composição familiar. Por exemplo, existem planos de casar, ter filhos ou levar os pais para morar junto? Fazer este tipo de estudo vai te ajudar a entender o tamanho do apartamento necessário e evitar mudanças lá na frente.

Para quem tem pets, algumas construtoras já investem muito neste segmento com opções de lazer e até mesmo de convívio deles dentro dos imóveis, trazendo conforto para os bichinhos de estimação.

Por fim, saiba qual é o seu limite de endividamento mensal e faça um estudo de ofertas na região escolhida que se enquadram as suas condições financeiras atuais. Vale ainda pensar em reduzir um pouco este valor ideal da parcela para não ficar 100% comprometido.

Ao saber o seu limite de pagamento, avalie as ofertas dentro das características de tamanho e região para saber se o sonho está próximo ou vai necessitar de uma entrada maior do que o planejado.

Este estudo de mercado vai te ajudar também a avaliar outros lançamentos na região e identificar qual é o melhor negócio para a sua situação atual.

Invista em educação financeira

Se você não tem urgência em comprar um novo imóvel, mas já tomou esta decisão, os especialistas recomendam que o ideal é ajustar a capacidade financeira e dívidas atuais para que o seu orçamento tenha fôlego para guardar o máximo de dinheiro possível antes de fechar o negócio.

Você deve entender que a compra de um imóvel traz novos custos que antes não faziam parte do orçamento familiar, tais como impostos, taxa de condominio, reforma, mudança, mobiliário, etc.

Estes novos custos podem pesar nas despesas mensais de quem não se preparou e gerar uma bola de neve.

Fazer este planejamento financeiro desde já vai te permitir criar um fundo de reserva para cobrir estes custos que vão ser fixos e ainda antecipar o máximo do pagamento do imóvel, reduzindo a necessidade de financiamento bancário, o que vai baixar o custo final da nova aquisição.

Tenha sempre em mente que este tipo de aquisição não deve ser feita por impulso para não gerar dor de cabeça no futuro.

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Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

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Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

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O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


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