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CAD e BIM: conheça as principais ferramentas dos arquitetos no Brasil

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Por décadas, os engenheiros de projeto de produto usaram programas de projeto auxiliado por computador (CAD) – como o AutoCAD da Autodesk – para projetar várias peças e componentes. Esses programas sofisticados são capazes de criar modelos 2D e 3D extremamente detalhados.

Inclusive hoje em dia existem empresas voltadas à comercialização de softwares CAD.

Com a grande demanda de arquivos de modelo 3D de informações de construção (BIM) entre os profissionais de arquitetura, muitos fabricantes de produtos de construção fazem sempre a mesma pergunta: qual é o melhor e quais as suas ferramentas?

Os tipos de arquivo CAD e BIM diferem em muitos aspectos, tornando uma conversão bem-sucedida quase impossível.

Qual é a diferença entre CAD e BIM?

CAD, ou projeto auxiliado por computador, permite o projeto e a documentação por meio da tecnologia de computador. Os engenheiros de projeto usam arquivos CAD para projetos que requerem várias peças e componentes para caber precisamente em uma montagem maior.

Os usuários CAD podem produzir com eficiência desenhos 2D e modelos 3D de peças e conjuntos a serem fabricados com os materiais desejados. O uso de software CAD 3D transformou a manufatura nos últimos 30 anos, permitindo que produtos mais complexos sejam projetados e fabricados com mais rapidez do que nunca.

Quem usa CAD?

Nos últimos 20 anos, houve uma adoção generalizada do software CAD 3D. Tudo começou com os fabricantes adaptando seus processos para atender às rígidas diretrizes de fabricação aeroespacial e automotiva e melhorando seu tempo de colocação no mercado de novos produtos.

Agora, o CAD se tornou um imperativo estratégico em todo o mercado industrial para criar produtos exclusivos e de alta qualidade que cheguem ao mercado mais rapidamente.

Alguns dos formatos mais populares para desenhos 2D incluem DXF e AutoCAD DWG, enquanto formatos 3D incluem Solidworks, Creo e uma série de formatos padrão como IGES, STEP e SAT, para citar alguns.

Para que é usado o CAD? Como ele se compara ao BIM?

Essa mudança nas ferramentas e processos de software permite que os projetistas descubram, entre outras coisas, erros no projeto antes do início da construção, evitando pedidos de alteração caros.

Muitos anteciparam que essas novas ferramentas de software BIM, o treinamento associado e uma reengenharia geral do processo do fluxo de trabalho do projeto à construção se tornariam o foco de cada novo projeto comercial. Na verdade, espera-se que a maioria dos novos projetos de edifícios comerciais sejam construídos usando o BIM.

O que é BIM?

BIM é um novo processo e metodologia por meio do qual uma equipe de arquitetos, engenheiros e empreiteiros trabalham em colaboração para projetar e construir um edifício comercial utilizando o mesmo banco de dados e modelo de computador. Isso permite que a equipe analise e visualize as decisões de design muito antes do início do projeto.

Basicamente, o BIM oferece uma representação digital da instalação real, incluindo sistemas funcionais (HVAC, elétricos) e estéticos (paredes, teto, janelas). Ele faz isso enquanto é um recurso compartilhado do início ao fim em várias disciplinas que participam do projeto e da construção.

Você pode pensar no BIM como um casamento entre o processo de trabalho e a tecnologia que cria um canal de comunicação para impulsionar um projeto de forma eficiente e colaborativa.

BIM VS CAD – Qual usar?

O CAD é normalmente usado para projetos industriais de montagens mecânicas e elétricas de aviões a iPhones – enquanto o BIM é usado exclusivamente no projeto e construção de prédios comerciais, como aeroportos, torres de escritórios ou escolas e tem se tornado cada vez mais o novo padrão da indústria.

Esses arquivos também incluem características importantes para permitir a detecção de colisão virtual e a descoberta de problemas relacionados à construção antes do início do terreno.

O que achou do conteúdo? Qual dos dois é mais útil para você? Deixe nos comentários a sua opinião.

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Tecnologia

Como vender no Linkedin?

Fundado há 17 anos, o Linkedin é a maior rede social voltada para relacionamentos profissionais do mundo, mas será que tem como vender no Linkedin?
Pois, bem, o Linkedin tem aproximadamente 690 milhões de usuários, 43 milhões só no Brasil.
Sua missão inicial era conectar profissionais em âmbito global, para torná-los mais competitivos e bem-sucedidos.

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Como vender no Linkedin? Um checklist para vender no Linkedin

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Fundado há 17 anos, o Linkedin é a maior rede social voltada para relacionamentos profissionais do mundo, mas será que tem como vender no Linkedin?

Pois, bem, o Linkedin tem aproximadamente 690 milhões de usuários, 43 milhões só no Brasil.

Sua missão inicial era conectar profissionais em âmbito global, para torná-los mais competitivos e bem-sucedidos.

A plataforma oferece conexão com profissionais e empresas de todo o mundo, marketing das empresas (perfil das empresas), marketing pessoal (perfil do profissional), cursos (conteúdos), informações do mercado de trabalho e da economia nos mais diversos segmentos, recrutamento e seleção de talentos profissionais, oportunidades de emprego em diversos portes de empresas e busca por leads para o trabalho comercial de prospecção.

Uma boa prática comercial de prospecção, por exemplo, é buscar no linkedin informações sobre preferências, tendências e até mesmo o nome da pessoa responsável a ser abordada, de uma determinada empresa (o “tomador de decisão”).

Mas e se o propósito for vender, pode?

Sim, claro que pode. Há uma ferramenta própria para isto dentro da plataforma, o Sales Navigator, que conecta compradores a vendedores (ferramenta paga, com o preço de R$ 239,99 mensais).

Mas temos que entender o contexto antes de traçar uma estratégia demasiadamente agressiva e invasiva.

O ambiente é totalmente profissional, o maior destaque se dá entre as empresas de grande porte, portanto o recomendado é que sigamos os padrões de etiqueta profissional do corporativo.

O ambiente é o B2B (empresa vendendo para empresa)

Se o objetivo for a venda B2C (empresa para consumidor final), este não é o ambiente mais apropriado.

O motivo é bem simples, o Linkedin é um ambiente de trabalho, onde os profissionais estão ali representando as empresas onde trabalham, tratando de assuntos profissionais e não pessoais. Eles não estão ali para fazerem compras pessoais.

Precisamos respeitar tanto os profissionais quanto o ambiente, ok?

A plataforma já deixou de servir apenas para procurar emprego há tempo. Claro que existem desempregados na rede em busca de networking e vagas, sendo um pilar importante de cursos como o Profissão HomeOffice, porém a plataforma passou a ter um propósito muito mais focado no compartilhamento de conteúdo e experiências.

No ambiente B2B também abordaremos pessoas, profissionais em expediente de trabalho, porém oferecemos produtos e/ou serviços que melhorem as condições atuais das empresas em que eles trabalham.

Oferecemos vantagens, onde o profissional abordado precisará perceber valor naquilo que oferecemos.

Precisará enxergar, dentro da nossa storytelling (técnica de marketing que descreve a história sobre o produto ou serviço que estamos anunciando), um momento futuro, imaginando a utilização prática daquilo que estamos ofertando e percebendo os benefícios que ele e sua empresa irão usufruir.

Entende?

O ambiente é profissional e estamos ali, como consultores comerciais, para oferecer a melhor solução para a empresa que o nosso interlocutor trabalha.

Somos solucionadores de problemas, agentes que transformam dores em desejos realizados, medos e sonhos realizados.

A abordagem é sutil e atrativa, simples e objetiva, segura e precisa.

Para executar a melhor estratégia de abordagem, é necessário cumprir com todas as peculiaridades de um eficiente processo comercial (matéria vasta que podemos tratar em outra ocasião).

Sem entrar no tema processo comercial, apenas dando um alerta, este não é um ambiente para representarmos qualquer empresa, qualquer produto e utilizando qualquer argumento.

Nossos interlocutores são altamente profissionais, treinados, capacitados para tomar as melhores decisões de compra e/ou parceria e só o farão se realmente a nossa empresa for boa, o nosso produto ou serviço for bom, a nossa proposta for boa e, principalmente, se de fato irá contribuir com a melhoria da empresa que ele representa.

Podemos até ordenar um checklist para isso!

Checklist de como vender no Linkedin:

  1. Sua empresa, ou a empresa que representa, tem condições de atender uma grande empresa?
  • O perfil da sua empresa e o seu perfil do Linkedin são bem feitos, bem apresentados e causam boa impressão (está dentro do padrão corporativo)?
  • O que tem para vender agregará valor, de verdade, à empresa compradora?
  • Seu produto ou serviço é realmente bom? Você compraria se estivesse no lugar do seu interlocutor? Por qual(is) motivo(s)?
  • Você estudou bastante a empresa e a pessoa que você vai abordar?
  • Como você irá causar uma transformação positiva para o seu interlocutor e/ou para a empresa que ele representa com o seu produto ou serviço (qual a dor e/ou o medo que você solucionará e transformará em desejo e/ou sonho realizados)?
  • Caso tenha um superior imediato, já debateu com ele a melhor estratégia de abordagem (pode ser com o seu sócio ou com a sua equipe, dependendo do seu projeto)?
  • Revise quantas vezes for preciso o seu script de abordagem, se certificando que ele é simples, objetivo e curto. Você não vai vender seu produto logo na abordagem, o seu objetivo inicial é agendar uma reunião para apresentação do seu projeto, produto ou serviço.

Dicas de ouro para vender no Linkedin:

  1. Neste ambiente não basta ser um simples vendedor, aqui “o buraco é mais embaixo”.

Aqui temos que ser consultores comerciais, autoridades no assunto, conhecedores engajados e repletos de informações relevantes para compartilhar com nossos clientes.

O ambiente é profissional e nós somos profissionais altamente qualificados.

  • Foco, simplicidade, objetividade e firmeza (segurança) nas conversas.
  • Assim que possível, pegue o telefone do interlocutor.

O ideal é criarmos conexão com ele, de preferência agendando uma reunião presencial.

Estamos o interrompendo e pedindo algo a ele sim, uma reunião. Mas o intuito é ajudá-lo,e entregá-lo algo que ele ainda não tem e que irá ajudá-lo de alguma forma, agregaremos valor.

  • O tratamento é de igual para igual. Partiremos sempre do princípio de que ele é um excelente profissional e nós também somos.

Sempre com respeito e educação, mas em mesmo pé de igualdade.

  • Se possível, utilizamos a ferramenta Sales Navigator, “joguemos com a regra debaixo do braço”. Assim ninguém questionará a nossa ética.

Reflita sobre os Números do Linkedin:

– 2003, o ano em que foi criado.

– 2011, ano em que chegou ao Brasil.

– 690 milhões de usuários no mundo.

– 43 milhões de usuários no Brasil.

– 100 mil novos perfis por semana.

– 2 milhões de posts, vídeos e artigos no feed da plataforma a cada dia.

– 4 milhões de empregos foram concretizados via Linkedin.

– US$ 26,2 bilhões foi o valor pago pela Microsoft , em 2016, para comprar o Linkedin. (fonte: Isto é Dinheiro, matéria de 22/05/2020)


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