Curiosidades sobre Criador da Mafalda, cartunista Quino que morreu aos 88 anos

Umberto Eco resumiu Mafalda como “heroína zangada, que não aceita o mundo como ele é”. “Que importa a idade? O que realmente importa é perceber que, no fim das contas, a melhor idade da vida é estar vivo”, dizia Mafalda.

O cartunista argentino Quino famoso por criar os quadrinhos de Mafalda teve sua morte confirmada pelo Twitter ontem, 30, apesar da causa da morte não foi divulgada oficialmente, a imprensa argentina havia informou que Quino sofreu dias antes das morte um acidente vascular cerebral.

Hoje, iremos trazer algumas curiosidades sobre o cartunista Quino, nome artístico de Joaquín Salvador Lavado, e sua criação mais famosa, Mafalda.

Quino criou Mafalda ainda em seu primeiro emprego como desenhista publicitário e inicialmente Mafalda era para ser apenas um personagem de peça de propaganda, no entanto a personagem foi rejeitada na época.

Em 1964 Quino voltou-se para o personagem novamente e no mesmo ano publicou a primeira tirinha, agora não mais com objetivos publicitarios resultou que dessa vez as tirinhas explodiram em jornais de todo mundo.

Curiosidades sobre Criador da Mafalda, cartunista Quino que morreu aos 88 anos

Apesar de Quino ser contrario a adaptação para TV, em 1982 Mafalda protagonizou um filme produzido na Argentina, o filme em desenho animado foi realizado por Carlos Márquez.

Além da garotinha, as tirinhas de Mafalda também tornaram célebres personagens como Manolito, Susanita, Guille, Filipe e Libertad.

Curiosidades sobre Criador da Mafalda, cartunista Quino que morreu aos 88 anos

Após desenhar aproximandamente duas mil tirinhas de Mafalda em 1973 Quino informou que não desenharia mais a personagem.

O cartunista foi questionado em uma entrevista em 2014 se depois de tantos anos ele ainda mantinha o seu olhar critico sobre o mundo, ao que ele respondeu que sim. “E tem mais argumentos ainda. Se você ver os jornais, não precisa nem perguntar o porquê”, acrescentou.

Mesmo depois de para de desenhar Mafalta, o cartunista permaneceu criando historias criticando a política e para vários jornais os seus principais temas foram opressão e desigualdade social.