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Economia

Estratégias de marketing para atrair clientes durante a crise

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O período de crise econômica causa medo em muitos empresários, independente do porte da empresa.

Isso se deve ao fato de a procura por serviços e produtos sofrerem uma forte queda, o que afeta diretamente o faturamento das empresas.

Em tempos de crise econômica, os consumidores não deixam de consumir, apenas consomem menos, ou seja, a empresa que mantém uma boa visibilidade na internet continua vendendo, embora venda menos.

No entanto, existem estratégias de marketing digital que são capazes de atrair clientes, sem depender de um investimento alto.

Estratégias de marketing digital para atrair clientes durante a crise

Conheça as estratégias de marketing digital mais promissoras para atrair e converter clientes no período de crise.

Essas estratégias funcionam bem para qualquer tipo de empresa, desde uma rede de clínicas de estéticas até uma pequena vidraçaria de bairro.

1. Site institucional

Se você tem uma pequena, média ou grande empresa, ter um site institucional ou uma loja virtual é fundamental para sua empresa ter visibilidade na internet.

O site é o endereço virtual da sua empresa, a forma com que as pessoas têm de melhor entrar em contato com você sem ter que comparecer a sua sede.

2. Produção de conteúdo

Produzir conteúdo para o blog é fundamental, essa estratégia é capaz de atrair pessoas interessadas na sua área de atuação, fazendo com que essas pessoas conheçam a sua marca e os produtos e serviços que você oferece.

Além disso, proporcionar informações para os seus clientes fazem com que a sua autoridade seja expandida no mercado.

3. Otimização do seu site

É desejo de muitos empresários aparecer nas primeiras posições do Google sem ter que pagar por anúncios.

Isso só é possível com o SEO, ou como também é conhecido, otimização de sites.

O SEO é responsável por tornar seu site mais relevante do que os sites dos seus concorrentes, fazendo com que o Google coloque seu site na frente.

Vale destacar que acessos orgânicos geralmente convertem mais do que acessos vindos de links patrocinados.

4. Redes sociais

As redes sociais são ótimas ferramentas para trabalhar a autoridade da marca, ou branding, como também é conhecido.

Hoje em dia, muitas empresas vendem exclusivamente através das redes sociais, como é o caso de algumas lojas de roupas.

5. Links patrocinados

A estratégia de links patrocinados ou tráfego pago é sem dúvida a que pode trazer mais retorno a curto prazo, isso levando em consideração que a campanha foi executada por um profissional.

A estratégia de links patrocinados pode ser utilizada em conjunto com outras estratégias, potencializando o resultado das campanhas.

Conclusão

Existem diversas estratégias de marketing digital capazes de alavancar a visibilidade e as vendas de uma empresa. É fundamental contratar uma agência de marketing digital que tenha referência e portfólio para ter certeza que o serviço será bem executado.

Esperamos que esse conteúdo ajude você e sua empresa, se você gostou, por favor, compartilhe!

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Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

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Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

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O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


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