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O Marketing institucional pode ajudar a conseguir mais licitações?

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O governo é um dos maiores compradores do país, com bilhões no orçamento para gastar em licitações. Por isso, são muitas as empresas que brigam pelos contratos e buscam vencer as concorrências. E o Marketing Institucional pode ser uma poderosa ferramenta para isso.

Essa forma de marketing conta com muitas particularidades, mas a principal é posicionar a empresa como uma autoridade no mercado e garantir que esteja tudo em ordem. Por isso, é uma força útil para licitações.

Quer saber como o Marketing Institucional pode ajudar a conseguir mais licitações? Então siga a leitura do artigo até o fim!

O que é o Marketing Institucional?

O Marketing Institucional é um conjunto de técnicas que visa auxiliar a empresa a construir uma imagem perante as outras pessoas. No entanto, ao contrário do branding, o Institucional não pretende apenas trabalhar com os clientes ou futuros clientes, mas também com todas as outras pessoas que interagem com a empresa: funcionários, stakeholders e o próprio governo.

Dessa forma, podemos definir o Marketing Institucional como a ferramenta que permite a companhia se apresentar para todos os tipos de público de uma maneira controlada e causar a impressão que deseja perante todos os tipos de públicos.

Como o Marketing Institucional pode ajudar a conseguir mais licitações?

Existem diversos elementos que contam como fatores de desempate para a vitória de uma empresa em uma licitação. Por exemplo, o principal elemento é sempre o quão bem a companhia consegue cumprir os requisitos do edital.

No entanto, existem também outros elementos que contribuem para que uma empresa seja a escolhida para a realização do trabalho necessário. Um deles é a sua condição de idoneidade e respeitabilidade no mercado.

Uma empresa com boas práticas, notório saber técnico e que consegue comunicar tudo isso ao mercado, incluindo o governo, tem mais facilidades para ganhar licitações pois os avaliadores sabem que a companhia tem de fato condições para cumprir com o que foi prometido na proposta e realizar o trabalho necessário.

Desse modo, o Marketing Institucional ajuda a empresa a alcançar uma taxa de sucessos maior no campo das licitações.

Outro elemento que contribui para aumentar o sucesso da empresa em licitações é ter funcionários que vestem a camisa e estão dispostos a dar 110% de garra para cumprir projetos e prazos.

Isso só é possível se houver um engajamento positivo da companhia com os funcionários. Dessa forma, é possível confiar que eles farão ótimos trabalhos, cumprirão prazos e permitirão que a empresa possa participar de mais editais.

Para melhor usar essa ferramenta, opte pela produção de vídeo institucional, de modo a comunicar adequadamente as novidades da companhia para os trabalhadores e acionistas.

O vídeo institucional é importante pois ajuda a melhor engajar o público, já que memorandos ou e-mails não conseguem prender a atenção tão bem quanto um vídeo. Desse modo, o mais adequado é o audiovisual, que é capaz de passar melhor a mensagem e ter mais atenção dos funcionários.

Quais outras dicas para conseguir vender para o governo?

Só produzir Marketing Institucional e vídeos internos não é o suficiente para garantir a vitória em mais editais. Eles ajudam, claro, mas é necessário ter uma estratégia completa voltada para isso ou a sua empresa não conseguirá fechar os negócios com o governo que deseja.

Em primeiro lugar, é importante que a empresa tenha uma estrutura interna focada em vencer editais. Não adianta apenas fazer propostas “quando possível”. É essencial ter um time dentro da companhia cujo único foco seja na obtenção de vitórias em licitações.

Essa equipe deverá analisar todos os editais disponíveis e trabalhar de modo a conquistar o maior número de vitórias possíveis em licitações para a empresa. Deverão se especializar na parte jurídica da questão, além de dominar a apresentação e formulação de propostas por parte da companhia.

Isso é essencial pois muitos empresários pequenos tendem a fazer “loucuras” para conseguir um contrato com o governo e acabam prometendo o que não podem cumprir. Desse modo, a empresa acaba se complicando e se sujando perante à Administração Pública, tendo mais problemas para vencer editais.

Além disso, se o time for especializado no assunto, ele saberá como ler os detalhes de cada edital e entender exatamente o que o governo quer naquela licitação. Muitas empresas não conseguem vencer licitações pois não compreendem perfeitamente o que é pedido. Por causa disso, sofrem para conseguir montar uma proposta adequada e são eliminados do edital por não cumprir os requisitos mínimos.

Seguindo essas dicas e fazendo um trabalho consciente de Marketing Institucional, incluindo projetos em vídeo e outros, sua empresa não terá problemas para conseguir vitórias em licitações e começar a colecionar contratos com o governo. Assim, lucrará mais e terá uma estabilidade financeira mais adequada para conseguir crescer de forma sustentável.

E aí, gostou das nossas dicas? Então não esqueça de deixar um comentário abaixo com a sua opinião sobre o assunto!

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Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

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Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

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O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


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