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Denúncia: por falta de repasse dos pagamentos do Detran serviços de emplacamento estão suspensos no Rio

Por falta de repasse dos pagamentos do Detran serviços de emplacamento estão suspensos no Rio, segundo denuncias o Detran do Rio não está repassando o pagamento para a empresa terceirizada

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Denuncia: por falta de repasse dos pagamentos do Detran serviços de emplacamento estão suspensos no Rio

Por falta de repasse dos pagamentos do Detran serviços de emplacamento estão suspensos no Rio, segundo denuncias o Detran do Rio não está repassando o pagamento para a empresa terceirizada, responsável pelo serviço. A denúncia por fonte dentro do Governo do Estado.

O Governo do Rio ainda não informou o montante em atraso e o motivo desta falta de pagamento.

Os problemas não se restringem para os motoristas que dependem de emplacamento. Cariocas e fluminenses não conseguem agendar serviços de transferência de propriedade e emissão de licenciamento anual de veículo.

Em nota, o Detran informou que vem se esforçando ao máximo para colocar todos os pagamentos em dia, mesmo em meio a queda brutal de arrecadação gerada pela pandemia. O comunicado ainda ressalta que todo o processo de pagamento do consórcio Emplaca Rio está pronto e autorizado, dependendo apenas do prazo de suspensão dos pagamentos do estado estabelecido pelo decreto 47.242. Mesmo assim, o órgão solicitou autorização excepcional ao governador em exercício, Cláudio Castro, para prosseguir com o pagamento.
O órgão ainda destacou que os proprietários de veículos que estiverem com o licenciamento em atraso e quiserem regularizar a situação não precisam mais fazer agendamento. Para providenciar a regularização, basta o proprietário quitar as taxas dos anos em débito e de 2020 para buscar o licenciamento nas unidades do Detran. Anota diz ainda que o novo mecanismo atende 700 pessoas/dia nos 35 postos abertos no momento.

Há uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito, de junho deste ano, em que suspende a necessidade de emplacamento de veículos novos comprados, em função da pandemia do coronavírus. Ainda de acordo com o Conatran, é importante que os proprietários andem com o documento de nota fiscal do carro.

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Após 17 anos foragido, ex-pistoleiro é preso suspeito de matar 4 pessoas

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Após 17 anos foragido ex-pistoleiro é preso suspeito de matar 4 pessoas

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Um ex-pistoleiro foi preso em Sergipe suspeito de participar de uma chacina, em 2004, na fazenda do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. À época, quatro pessoas foram mortas. O ex-pistoleiro, investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, estava foragido há 17 anos.

De acordo com a Polícia Civil, haviam dois mandados de prisão decretados pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande contra Édio Gomes Júnior, sendo um deles por envolvimento na chacina, crime pelo qual responde a processo na Justiça.

O G1 tenta localizar a defesa de Édio.

O advogado de Arcanjo, Paulo Fabrini, disse que quando o crime ocorreu na fazenda, o ex-bricheiro estava preso no Uruguaio em sistema de isolamento e não tinha contato com ninguém.

“A fazenda estava arrendada para a administração de terceiros. João Arcanjo nunca foi indiciado e muito meno denunciado por este crime. Édio trabalhou com Arcanjo até 2002 como motorista da casa. Não existe o menor indício de participação de João Arcanjo neste crime”, explicou.

A prisão de Édio ocorreu na praia de Atalaia Nova, em Barra dos Coqueiros (SE), após troca de informações entre a DHPP e a Polícia Civil de Sergipe.

Segundo a polícia, o foragido estava morando no município há cerca de quatro anos e se apresentava com documentos falsos. Aos policiais, ele confessou que usava a documentação para fugir da polícia.

Ele foi encaminhado ao Cope e, após autorização judicial, será transferido para Mato Grosso.

Chacina

A chacina ocorreu em março de 2004, na fazenda São João, localizada às margens da BR-163, próxima ao Trevo do Lagarto, em Várzea Grande.

Durante as investigações, foram identificados oito envolvidos no crime, todos funcionários da propriedade do ex-bicheiro. Os suspeitos foram indiciados por homicídio qualificado – cometido por motivo fútil, uso de meio cruel e sem chance de defesa -, ocultação de cadáver e formação de quadrilha.

O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia à Justiça ainda em 2004.

As vítimas, Pedro Francisco da Silva, José Pereira de Almeida, Itamar Batista Barcelos e Areli Manoel de Oliveira foram mortas pelos funcionários da fazenda.

Segundo a polícia, uma vítima foi morta a tiros e três delas foram amarradas e torturadas, antes de serem mortas por afogamento.

As versões constam na reprodução da chacina, realizada pela Polícia Civil em maio de 2004 a pedido do Ministério Público, da qual participaram dois dos investigados. Os dois envolvidos confirmaram que as vítimas foram amarradas e jogadas no lago em que pescavam e que demoraram pelo menos 20 minutos para morrer.

Depois de mortas, as vítimas tiveram os corpos jogados em uma área à margem da estrada da localidade de Capão das Antas, em diferentes pontos, a fim de dificultar o trabalho investigativo da polícia.

O inquérito conduzido pela equipe do delegado Wylton Massao Ohara, à época, apurou que as quatro vítimas foram à fazenda para pescar em um dos tanques de peixe da propriedade, na manhã do sábado de 20 de março.

Conforme a investigação, os amigos teriam ido ao local na intenção de pescar para consumo de suas famílias, quando foram surpreendidos pelos seguranças da fazenda e mortos.

Ainda de acordo com a polícia, como os quatro não retornaram para casa, no dia seguinte, as famílias procuraram a polícia e teve início a busca pelas vítimas. Ainda no domingo, a Polícia Militar localizou as quatro bicicletas próximas à cerca da fazenda. Após diversas buscas, os corpos foram localizados em uma área fora da fazenda, onde foram jogados a fim de ocultar o crime e dificultar a investigação.

Conforme depoimentos prestados à DHPP durante as investigações, um dos funcionários confirmou que ele e outros dois seguranças da fazenda encontraram os quatro rapazes no final da tarde do sábado, pescando no tanque de piscicultura e atiraram contra as vítimas. Uma delas correu para o mato para se esconder, mas foi morta com um disparo no abdômen feito por um dos seguranças.

A polícia informou que as outras três vítimas foram rendidas e então o segurança, que foi preso em Sergipe, teria ligado para o gerente da fazenda dizendo que “três capivaras estavam presas e uma estava morta e que aguardavam a faca para arrancar o coro das que estavam vivas”.


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