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Saiba quais são os tipos de fiança para aluguel em Salvador

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Encontre o tipo de fiança ideal para você!

Na hora de escolher o imóvel para alugar, uma das principais dúvidas é quanto à forma de fiança. Caso você esteja pensando em procurar um apartamento para alugar em Salvador é importante procurar saber um pouco mais sobre as formas de pagamento e quais os tipos de fiança estão disponíveis. Eles garantem ao locador que o novo locatário cumprirá os compromissos firmados e caso haja problemas (como atrasos ou falta de pagamento do aluguel), podem evitar ou minimizar os danos ao locador.

Métodos de fiança:

  • Fiador;
  • caução imóvel;
  • título de capitalização;
  • seguro fiança;
  • desconto em folha.

É importante destacar que há diversas empresas que oferecem serviços de fiança para aluguel em Salvador e algumas delas possuem programas especiais que podem não estar na lista acima, portanto faça uma boa pesquisa local e veja qual é a melhor opção para você.

O fiador trabalha com terceiros envolvidos na locação do imóvel. Sua função é ser responsável pela execução do contrato, caso o inquilino não consiga cumprir suas obrigações.

Neste sistema, uma pessoa singular ou colectiva que pretenda desempenhar esta função num contrato deve comprovar rendimentos igual ao triplo da renda, dos documentos e dos bens que possui.

Para o locador, a garantia é boa, mas se o locatário deixar de pagar o aluguel, há demora no acerto com a fiança. Há um depósito de capitalização no valor de 6 a 10 vezes o valor do aluguel mensal bruto.

Os títulos são detidos pela seguradora e pelo locador, que pode resgatá-los em caso de violação do locatário. Se não houver pendências ao fim do contrato, o locatário poderá recuperar a quantia de forma atualizada da garantia conforme os critérios estabelecidos pela seguradora.

O desconto salarial aplica-se apenas a funcionários públicos, exigindo uma margem remota em linha com o valor do aluguel do imóvel, conforme comprovado pela documentação. Usar fiança é uma das práticas mais comuns na hora de alugar um imóvel.

Em uma das maiores cidades do país, esse tipo de negociação responde por 46% das negociações entre inquilino e senhorio, segundo o Sindicato Paulista da Habitação (Secovi-SP). por exemplo, um depósito. Para o proprietário, esta é uma garantia adicional em caso de atraso. A fiança está prevista na Lei de Locação (Lei nº 8 245 de 1991) e a fiança deve estar no contrato de locação. Do final do contrato até a saída do local de residência, ele será responsável por custear as despesas e taxas em caso de atraso do locatário. Você também pode hipotecar seus ativos pelo não pagamento de dívidas.

Para garantir a segurança do contrato, uma série de requisitos são exigidos ao credor, a começar pela necessidade de possuir um imóvel em seu nome. A exigência é que, caso seja necessária a convocação de fiança para cobrir os custos do locatário, este tenha pelo menos um bem a ser penhorado.

Além disso, o fiador deve ser liberado do empréstimo pendente e não deve ser inscrito em cadastros como SPC e Serasa. Você também precisa provar uma renda mensal de três ou quatro vezes o aluguel mais os aluguéis, como condomínio e imposto sobre a propriedade, para mostrar que você seria capaz de incorrer em dívidas por vários meses.

Se você for casado, o contrato de locação também deve ser assinado pelo cônjuge da fiança. As pessoas colectivas também podem ser fiadoras, desde que os estatutos da sociedade o permitam.

A utilização de fiadores em contratos de arrendamento é tão frequente que já existem empresas que prestam esses serviços, embora a imagem do fiador profissional não esteja claramente definida na lei.

Esses profissionais recomendam o fornecimento de documentos pessoais, comprovante de renda e documentos relacionados ao imóvel, além de prestação de fiança. Porém, é preciso ter cuidado ao contratar fiadores profissionais, pois existem fiadores falsos, e eles acabam cometendo muitos atos criminosos, como documentos falsos e atos ideológicos.

Como dito anteriormente, há algumas maneiras diferentes de financiar um aluguel, portanto realize uma boa pesquisa de mercado e garanta a melhor opção para você e sua família.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre fiança para aluguel já pode buscar por uma casa para locação em Salvador sem grandes problemas.

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Após 17 anos foragido, ex-pistoleiro é preso suspeito de matar 4 pessoas

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Após 17 anos foragido ex-pistoleiro é preso suspeito de matar 4 pessoas

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Um ex-pistoleiro foi preso em Sergipe suspeito de participar de uma chacina, em 2004, na fazenda do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. À época, quatro pessoas foram mortas. O ex-pistoleiro, investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, estava foragido há 17 anos.

De acordo com a Polícia Civil, haviam dois mandados de prisão decretados pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande contra Édio Gomes Júnior, sendo um deles por envolvimento na chacina, crime pelo qual responde a processo na Justiça.

O G1 tenta localizar a defesa de Édio.

O advogado de Arcanjo, Paulo Fabrini, disse que quando o crime ocorreu na fazenda, o ex-bricheiro estava preso no Uruguaio em sistema de isolamento e não tinha contato com ninguém.

“A fazenda estava arrendada para a administração de terceiros. João Arcanjo nunca foi indiciado e muito meno denunciado por este crime. Édio trabalhou com Arcanjo até 2002 como motorista da casa. Não existe o menor indício de participação de João Arcanjo neste crime”, explicou.

A prisão de Édio ocorreu na praia de Atalaia Nova, em Barra dos Coqueiros (SE), após troca de informações entre a DHPP e a Polícia Civil de Sergipe.

Segundo a polícia, o foragido estava morando no município há cerca de quatro anos e se apresentava com documentos falsos. Aos policiais, ele confessou que usava a documentação para fugir da polícia.

Ele foi encaminhado ao Cope e, após autorização judicial, será transferido para Mato Grosso.

Chacina

A chacina ocorreu em março de 2004, na fazenda São João, localizada às margens da BR-163, próxima ao Trevo do Lagarto, em Várzea Grande.

Durante as investigações, foram identificados oito envolvidos no crime, todos funcionários da propriedade do ex-bicheiro. Os suspeitos foram indiciados por homicídio qualificado – cometido por motivo fútil, uso de meio cruel e sem chance de defesa -, ocultação de cadáver e formação de quadrilha.

O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia à Justiça ainda em 2004.

As vítimas, Pedro Francisco da Silva, José Pereira de Almeida, Itamar Batista Barcelos e Areli Manoel de Oliveira foram mortas pelos funcionários da fazenda.

Segundo a polícia, uma vítima foi morta a tiros e três delas foram amarradas e torturadas, antes de serem mortas por afogamento.

As versões constam na reprodução da chacina, realizada pela Polícia Civil em maio de 2004 a pedido do Ministério Público, da qual participaram dois dos investigados. Os dois envolvidos confirmaram que as vítimas foram amarradas e jogadas no lago em que pescavam e que demoraram pelo menos 20 minutos para morrer.

Depois de mortas, as vítimas tiveram os corpos jogados em uma área à margem da estrada da localidade de Capão das Antas, em diferentes pontos, a fim de dificultar o trabalho investigativo da polícia.

O inquérito conduzido pela equipe do delegado Wylton Massao Ohara, à época, apurou que as quatro vítimas foram à fazenda para pescar em um dos tanques de peixe da propriedade, na manhã do sábado de 20 de março.

Conforme a investigação, os amigos teriam ido ao local na intenção de pescar para consumo de suas famílias, quando foram surpreendidos pelos seguranças da fazenda e mortos.

Ainda de acordo com a polícia, como os quatro não retornaram para casa, no dia seguinte, as famílias procuraram a polícia e teve início a busca pelas vítimas. Ainda no domingo, a Polícia Militar localizou as quatro bicicletas próximas à cerca da fazenda. Após diversas buscas, os corpos foram localizados em uma área fora da fazenda, onde foram jogados a fim de ocultar o crime e dificultar a investigação.

Conforme depoimentos prestados à DHPP durante as investigações, um dos funcionários confirmou que ele e outros dois seguranças da fazenda encontraram os quatro rapazes no final da tarde do sábado, pescando no tanque de piscicultura e atiraram contra as vítimas. Uma delas correu para o mato para se esconder, mas foi morta com um disparo no abdômen feito por um dos seguranças.

A polícia informou que as outras três vítimas foram rendidas e então o segurança, que foi preso em Sergipe, teria ligado para o gerente da fazenda dizendo que “três capivaras estavam presas e uma estava morta e que aguardavam a faca para arrancar o coro das que estavam vivas”.


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