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SEO na pandemia: Saiba quais são os benefícios

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As empresas estão cada vez mais sentindo o impacto da pandemia do novo coronavírus.

Com os comércios fechados, as lojas físicas estão migrando para as plataformas online com ainda mais força. Afinal, nesse momento, a melhor estratégia é investir em e-commerce, pois a busca por produtos e serviços online aumentou.

O termo SEO (Search Engine Marketing Optimization) é o nome dado ao conjunto de técnicas para otimização de sites, blogs e páginas na web.Boas estratégias de SEO fazem com que os blogs e sites sejam encontrados mais facilmente pelos mecanismos de busca, como o Google.

Por isso, o SEO pode trazer muitos benefícios para a sua empresa nesta pandemia. Boas técnicas podem ajudar sua empresa a ter conteúdo único, relevante e que influencia as interações.

SEO para aumentar os seus lucros

Devido à pandemia e a quarentena, a principal ferramenta de comunicação é a internet. Como todos precisam ficar em casa, pesquisar ou trabalhar online é a melhor opção.

Por isso, a internet tornou-se a ferramenta onde seus clientes fazem as pesquisas diárias. E para ser encontrado, é preciso que o seu site esteja bem ranqueado nos serviços de busca.

Para que isso aconteça, é preciso boas técnicas de SEO. Entre as principais estratégias para ranquear lojas virtuais estão:

  • A utilização de palavras-chave;
  • Criação de meta título e meta descrição;
  • Boa descrição de produtos;
  • Construção de links internos e externos relevantes.

E para fazer isso, existem muitas agências de SEO especializadas nesse serviço.

SEO para melhorar a visibilidade

O objetivo dos sites e blogs, sejam de produtos ou serviços, é obter um maior número de visualizações e em consequência disso, o aumento do número de clientes.

Para atingir este objetivo, é preciso que o site traga uma boa experiência ao usuário. Em outras palavras, a visibilidade do site deve ser agradável e  prática para o cliente.

Com o aumento do uso de smartphones e seus aplicativos aliados ao grande potencial da internet, os modelos de visibilidade dos conteúdos precisam ser adaptados.

Boas técnicas de SEO também garantem um melhor posicionamento orgânico aos sites, garantindo experiências positivas os usuários das plataformas, independente do dispositivo que ele esteja usando para navegar. 

SEO para criar conteúdos mais atrativos

O mercado digital está cada vez mais competitivo, por isso, os sites e e-commerces precisam inovar para atrair seus clientes. E por que não usar estratégias de marketing para atrair clientes durante a crise?

Assim como o marketing é importante para as lojas físicas, o marketing digital é essencial para quem pretende se destacar online.

Por isso, neste período de pandemia, é preciso rever os conteúdos.

SEO não está restrito apenas à otimização através de criação de palavras-chave, há também o marketing de conteúdo para SEO. Nesse caso, a as técnicas SEO têm como objetivo entregar ao usuário o melhor conteúdo possível.

Para que esse objetivo seja atingido, o marketing de conteúdo para SEO analisa, entre outros, os seguintes itens:

  • Facilidade de leitura;
  • Qualidade das informações;
  • Relevância e coerência do conteúdo em relação ao que foi buscado;
  • Facilidade para encontrar o conteúdo nas buscas

Dessa forma, percebe-se que a otimização com técnicas de SEO geram excelentes resultados a longo prazo e pode ser uma boa ferramenta para enfrentar a crise.

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Como vender no Linkedin?

Fundado há 17 anos, o Linkedin é a maior rede social voltada para relacionamentos profissionais do mundo, mas será que tem como vender no Linkedin?
Pois, bem, o Linkedin tem aproximadamente 690 milhões de usuários, 43 milhões só no Brasil.
Sua missão inicial era conectar profissionais em âmbito global, para torná-los mais competitivos e bem-sucedidos.

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Como vender no Linkedin? Um checklist para vender no Linkedin

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Fundado há 17 anos, o Linkedin é a maior rede social voltada para relacionamentos profissionais do mundo, mas será que tem como vender no Linkedin?

Pois, bem, o Linkedin tem aproximadamente 690 milhões de usuários, 43 milhões só no Brasil.

Sua missão inicial era conectar profissionais em âmbito global, para torná-los mais competitivos e bem-sucedidos.

A plataforma oferece conexão com profissionais e empresas de todo o mundo, marketing das empresas (perfil das empresas), marketing pessoal (perfil do profissional), cursos (conteúdos), informações do mercado de trabalho e da economia nos mais diversos segmentos, recrutamento e seleção de talentos profissionais, oportunidades de emprego em diversos portes de empresas e busca por leads para o trabalho comercial de prospecção.

Uma boa prática comercial de prospecção, por exemplo, é buscar no linkedin informações sobre preferências, tendências e até mesmo o nome da pessoa responsável a ser abordada, de uma determinada empresa (o “tomador de decisão”).

Mas e se o propósito for vender, pode?

Sim, claro que pode. Há uma ferramenta própria para isto dentro da plataforma, o Sales Navigator, que conecta compradores a vendedores (ferramenta paga, com o preço de R$ 239,99 mensais).

Mas temos que entender o contexto antes de traçar uma estratégia demasiadamente agressiva e invasiva.

O ambiente é totalmente profissional, o maior destaque se dá entre as empresas de grande porte, portanto o recomendado é que sigamos os padrões de etiqueta profissional do corporativo.

O ambiente é o B2B (empresa vendendo para empresa)

Se o objetivo for a venda B2C (empresa para consumidor final), este não é o ambiente mais apropriado.

O motivo é bem simples, o Linkedin é um ambiente de trabalho, onde os profissionais estão ali representando as empresas onde trabalham, tratando de assuntos profissionais e não pessoais. Eles não estão ali para fazerem compras pessoais.

Precisamos respeitar tanto os profissionais quanto o ambiente, ok?

A plataforma já deixou de servir apenas para procurar emprego há tempo. Claro que existem desempregados na rede em busca de networking e vagas, sendo um pilar importante de cursos como o Profissão HomeOffice, porém a plataforma passou a ter um propósito muito mais focado no compartilhamento de conteúdo e experiências.

No ambiente B2B também abordaremos pessoas, profissionais em expediente de trabalho, porém oferecemos produtos e/ou serviços que melhorem as condições atuais das empresas em que eles trabalham.

Oferecemos vantagens, onde o profissional abordado precisará perceber valor naquilo que oferecemos.

Precisará enxergar, dentro da nossa storytelling (técnica de marketing que descreve a história sobre o produto ou serviço que estamos anunciando), um momento futuro, imaginando a utilização prática daquilo que estamos ofertando e percebendo os benefícios que ele e sua empresa irão usufruir.

Entende?

O ambiente é profissional e estamos ali, como consultores comerciais, para oferecer a melhor solução para a empresa que o nosso interlocutor trabalha.

Somos solucionadores de problemas, agentes que transformam dores em desejos realizados, medos e sonhos realizados.

A abordagem é sutil e atrativa, simples e objetiva, segura e precisa.

Para executar a melhor estratégia de abordagem, é necessário cumprir com todas as peculiaridades de um eficiente processo comercial (matéria vasta que podemos tratar em outra ocasião).

Sem entrar no tema processo comercial, apenas dando um alerta, este não é um ambiente para representarmos qualquer empresa, qualquer produto e utilizando qualquer argumento.

Nossos interlocutores são altamente profissionais, treinados, capacitados para tomar as melhores decisões de compra e/ou parceria e só o farão se realmente a nossa empresa for boa, o nosso produto ou serviço for bom, a nossa proposta for boa e, principalmente, se de fato irá contribuir com a melhoria da empresa que ele representa.

Podemos até ordenar um checklist para isso!

Checklist de como vender no Linkedin:

  1. Sua empresa, ou a empresa que representa, tem condições de atender uma grande empresa?
  • O perfil da sua empresa e o seu perfil do Linkedin são bem feitos, bem apresentados e causam boa impressão (está dentro do padrão corporativo)?
  • O que tem para vender agregará valor, de verdade, à empresa compradora?
  • Seu produto ou serviço é realmente bom? Você compraria se estivesse no lugar do seu interlocutor? Por qual(is) motivo(s)?
  • Você estudou bastante a empresa e a pessoa que você vai abordar?
  • Como você irá causar uma transformação positiva para o seu interlocutor e/ou para a empresa que ele representa com o seu produto ou serviço (qual a dor e/ou o medo que você solucionará e transformará em desejo e/ou sonho realizados)?
  • Caso tenha um superior imediato, já debateu com ele a melhor estratégia de abordagem (pode ser com o seu sócio ou com a sua equipe, dependendo do seu projeto)?
  • Revise quantas vezes for preciso o seu script de abordagem, se certificando que ele é simples, objetivo e curto. Você não vai vender seu produto logo na abordagem, o seu objetivo inicial é agendar uma reunião para apresentação do seu projeto, produto ou serviço.

Dicas de ouro para vender no Linkedin:

  1. Neste ambiente não basta ser um simples vendedor, aqui “o buraco é mais embaixo”.

Aqui temos que ser consultores comerciais, autoridades no assunto, conhecedores engajados e repletos de informações relevantes para compartilhar com nossos clientes.

O ambiente é profissional e nós somos profissionais altamente qualificados.

  • Foco, simplicidade, objetividade e firmeza (segurança) nas conversas.
  • Assim que possível, pegue o telefone do interlocutor.

O ideal é criarmos conexão com ele, de preferência agendando uma reunião presencial.

Estamos o interrompendo e pedindo algo a ele sim, uma reunião. Mas o intuito é ajudá-lo,e entregá-lo algo que ele ainda não tem e que irá ajudá-lo de alguma forma, agregaremos valor.

  • O tratamento é de igual para igual. Partiremos sempre do princípio de que ele é um excelente profissional e nós também somos.

Sempre com respeito e educação, mas em mesmo pé de igualdade.

  • Se possível, utilizamos a ferramenta Sales Navigator, “joguemos com a regra debaixo do braço”. Assim ninguém questionará a nossa ética.

Reflita sobre os Números do Linkedin:

– 2003, o ano em que foi criado.

– 2011, ano em que chegou ao Brasil.

– 690 milhões de usuários no mundo.

– 43 milhões de usuários no Brasil.

– 100 mil novos perfis por semana.

– 2 milhões de posts, vídeos e artigos no feed da plataforma a cada dia.

– 4 milhões de empregos foram concretizados via Linkedin.

– US$ 26,2 bilhões foi o valor pago pela Microsoft , em 2016, para comprar o Linkedin. (fonte: Isto é Dinheiro, matéria de 22/05/2020)


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