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Tecnologia na mobilidade urbana: entenda a importância

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Hoje em dia, existem muitos exemplos de tecnologia aplicada na mobilidade urbana. Um exemplo fácil de entender sobre isso é o Original Software, que é um serviço de rádio táxi que conecta clientes e taxistas em tempo recorde, sempre visando o conforto e a qualidade do atendimento. Existem muitos outros exemplos disso, desde o uso de Inteligência Artificial comandando automóveis até a análise de dados para a determinação do tempo mais eficaz para os semáforos em cada rua.

No futuro próximo, veremos mais e mais usos de tecnologia na mobilidade urbana, como o uso da Internet das Coisas instalada em semáforos e carros. Além disso, ainda veremos mais opções de transporte público e maneiras de garantir que as pessoas chegarão aos seus destinos mais rapidamente.

No entanto, para muitos, o investimento em tecnologia na mobilidade urbana é desnecessário. É importante aprender, no entanto, quais são os grandes benefícios de investimento em opções tecnológicas para garantir que eles continuarão a ser realizados, tanto em termos de políticas públicas, quanto em relação à ação de empresas privadas desse segmento. Quer saber quais são as vantagens? Então siga a leitura do artigo abaixo!

5 benefícios da tecnologia na mobilidade urbana

1. Atualizações em tempo real

Se utilizando de análise de dados, é possível prever quais são os horários de pico no trânsito e quais os horários de maior fluxo de pessoas no local desejado. Dessa forma, é possível evitar aglomerações, ou evitar ficar parado por horas em um engarrafamento. Por outro lado, pelo ponto de vista dos serviços de táxi, é possível planejar em qual ponto e qual período do dia se encontra o maior número de possíveis clientes e evitar dias sem faturamento.

2. Cálculo de rota e previsão de destino

Com a combinação do sistema de GPS e o sistema do rádio táxi, a mobilidade no trânsito ficou mais segura tanto para quem é passageiro quanto para quem é motorista. Angariar todas as informações antes da corrida garante rapidez no atendimento e confiança na rota a ser seguida. Para o taxista, é possível prever o valor da corrida e escolher as corridas que geram mais faturamento, ou que estejam já dentro de sua rota.

3. Uso de dados para determinar as rotas de transporte público

O uso de dados de usuários de smartphone e do fluxo de transportes públicos revolucionou a estratégia urbana de distribuição de frotas e linhas de ônibus e metrôs. Analisando essas informações é possível entender quais horários são necessárias mais unidades de ônibus e em quais rotas, para evitar a superlotação e diminuir o tráfego de carros particulares em horários de pico.

4. Vias de comunicação direta com a administração pública pela internet

As maiores cidades contam com canais em redes sociais e whatsapp para comunicação direta com seus cidadãos. Por esses canais é possível denunciar ruas sem asfalto, com buracos, risco de acidente ou com alta taxa de criminalidade. Essa nova abordagem da administração pública agiliza o auxílio e traz visibilidade para áreas periféricas das cidades que antes não eram alcançadas.

5. Uso da Internet das Coisas para calcular o fluxo de trânsito

A previsão é que, com o 5G, semáforos, placas e controle de velocidade estarão ligados a uma central de coleta de dados, que irá administrá-los de acordo com as necessidades de cada região, personalizando até de acordo com a sazonalidade: em épocas de festas, ter um controle mais rigoroso da velocidade e ter semáforos funcionando até a madrugada; em dias comuns, desativar semáforos em altas horas para prevenir assaltos, por exemplo.

Deu para ver que a tecnologia na mobilidade urbana é importante, não é mesmo? Com ela, será mais fácil reverter o cenário em que os brasileiros gastam 32 dias por ano no trânsito, como é hoje. Além disso, será possível também reverter o número de acidentes no país, que vitimam 5 pessoas por hora no nosso país. Assim, conseguiremos ter uma vida mais confortável no geral.

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Após 17 anos foragido, ex-pistoleiro é preso suspeito de matar 4 pessoas

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Após 17 anos foragido ex-pistoleiro é preso suspeito de matar 4 pessoas

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Um ex-pistoleiro foi preso em Sergipe suspeito de participar de uma chacina, em 2004, na fazenda do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. À época, quatro pessoas foram mortas. O ex-pistoleiro, investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, estava foragido há 17 anos.

De acordo com a Polícia Civil, haviam dois mandados de prisão decretados pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande contra Édio Gomes Júnior, sendo um deles por envolvimento na chacina, crime pelo qual responde a processo na Justiça.

O G1 tenta localizar a defesa de Édio.

O advogado de Arcanjo, Paulo Fabrini, disse que quando o crime ocorreu na fazenda, o ex-bricheiro estava preso no Uruguaio em sistema de isolamento e não tinha contato com ninguém.

“A fazenda estava arrendada para a administração de terceiros. João Arcanjo nunca foi indiciado e muito meno denunciado por este crime. Édio trabalhou com Arcanjo até 2002 como motorista da casa. Não existe o menor indício de participação de João Arcanjo neste crime”, explicou.

A prisão de Édio ocorreu na praia de Atalaia Nova, em Barra dos Coqueiros (SE), após troca de informações entre a DHPP e a Polícia Civil de Sergipe.

Segundo a polícia, o foragido estava morando no município há cerca de quatro anos e se apresentava com documentos falsos. Aos policiais, ele confessou que usava a documentação para fugir da polícia.

Ele foi encaminhado ao Cope e, após autorização judicial, será transferido para Mato Grosso.

Chacina

A chacina ocorreu em março de 2004, na fazenda São João, localizada às margens da BR-163, próxima ao Trevo do Lagarto, em Várzea Grande.

Durante as investigações, foram identificados oito envolvidos no crime, todos funcionários da propriedade do ex-bicheiro. Os suspeitos foram indiciados por homicídio qualificado – cometido por motivo fútil, uso de meio cruel e sem chance de defesa -, ocultação de cadáver e formação de quadrilha.

O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia à Justiça ainda em 2004.

As vítimas, Pedro Francisco da Silva, José Pereira de Almeida, Itamar Batista Barcelos e Areli Manoel de Oliveira foram mortas pelos funcionários da fazenda.

Segundo a polícia, uma vítima foi morta a tiros e três delas foram amarradas e torturadas, antes de serem mortas por afogamento.

As versões constam na reprodução da chacina, realizada pela Polícia Civil em maio de 2004 a pedido do Ministério Público, da qual participaram dois dos investigados. Os dois envolvidos confirmaram que as vítimas foram amarradas e jogadas no lago em que pescavam e que demoraram pelo menos 20 minutos para morrer.

Depois de mortas, as vítimas tiveram os corpos jogados em uma área à margem da estrada da localidade de Capão das Antas, em diferentes pontos, a fim de dificultar o trabalho investigativo da polícia.

O inquérito conduzido pela equipe do delegado Wylton Massao Ohara, à época, apurou que as quatro vítimas foram à fazenda para pescar em um dos tanques de peixe da propriedade, na manhã do sábado de 20 de março.

Conforme a investigação, os amigos teriam ido ao local na intenção de pescar para consumo de suas famílias, quando foram surpreendidos pelos seguranças da fazenda e mortos.

Ainda de acordo com a polícia, como os quatro não retornaram para casa, no dia seguinte, as famílias procuraram a polícia e teve início a busca pelas vítimas. Ainda no domingo, a Polícia Militar localizou as quatro bicicletas próximas à cerca da fazenda. Após diversas buscas, os corpos foram localizados em uma área fora da fazenda, onde foram jogados a fim de ocultar o crime e dificultar a investigação.

Conforme depoimentos prestados à DHPP durante as investigações, um dos funcionários confirmou que ele e outros dois seguranças da fazenda encontraram os quatro rapazes no final da tarde do sábado, pescando no tanque de piscicultura e atiraram contra as vítimas. Uma delas correu para o mato para se esconder, mas foi morta com um disparo no abdômen feito por um dos seguranças.

A polícia informou que as outras três vítimas foram rendidas e então o segurança, que foi preso em Sergipe, teria ligado para o gerente da fazenda dizendo que “três capivaras estavam presas e uma estava morta e que aguardavam a faca para arrancar o coro das que estavam vivas”.


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