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Como manter a segurança dos dados da sua empresa no meio digital?

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Aprenda a aumentar o nível de segurança dos dados da sua empresa na internet

A segurança digital é dos temas mais importantes para as empresas. Buscar formas de aumentar o nível de proteção dos dados e dos softwares de gestão de um negócio é um dos objetivos das equipes de TI.

Um levantamento da PSafe detectou mais de 120 milhões de ataques cibernéticos no primeiro semestre de 2018. Com tantas tentativas de criminosos ocorrendo no meio virtual diariamente, é preciso encontrar maneiras de manter dados sigilosos em segurança.

Para lhe ajudar a preservar os dados da sua empresa em segurança na internet, trouxemos uma lista de dicas para que você mantenha a sua empresa segura. Confira.

Faça atualizações e trocas de senhas frequentemente

Opte por contratar serviços que ofereçam atualizações frequentes. Isso é fundamental para garantir a segurança de dados na nuvem e em softwares. Estas atualizações são fundamentais para eliminar possíveis brechas de segurança do sistema e dificultar a ação de criminosos.

Outro fator importante é a troca frequente de senhas. O ideal é que você troque as senhas de todos os seus colaboradores no período mais curto possível. Isso deve acontecer de acordo com o volume de dados que a sua empresa armazena.

A recomendação é o uso de senhas mais complexas, usando todos os artifícios possíveis, como caracteres especiais, mistura entre números e letras, minúsculo e maiúsculo.

Não use computadores compartilhados

Outra forma de manter seus dados em segurança é não utilizar computadores compartilhados. Recomende aos seus colaboradores que não acessem os dados da empresa em computadores de espaços públicos, como bibliotecas, universidades e lan-houses, por exemplo.

O ideal é que você acesse os dados somente em dispositivos confiáveis, como os computadores da empresa e os dispositivos móveis de colaboradores já configurados, com antivírus instalado.

Computadores compartilhados são usados por dezenas de pessoas por dia. Isso aumenta o risco de ataques cibernéticos porque facilita a exposição dos dados da sua empresa na internet.

Utilize certificado SSL e selos de segurança

Essa é uma excelente dica para e-commerces. Uma forma de aumentar a segurança dos dados é a utilização de certificados de SSL e selos de segurança. Essas ferramentas garantem a criptografia, aumentando o número de barreiras para que os dados da sua empresa e de seus clientes não fiquem expostos na web.

O melhor de tudo é que tanto os certificados, quanto os selos de segurança, ficam visíveis no seu site. Essa é uma forma explícita de passar mais confiança para seus clientes. Dessa maneira, você conseguirá aumentar a sensação de proteção dos consumidores, evitando perder vendas por ter um site pouco seguro.

Conte com equipe de suporte especializado

Busque pela contratação de softwares e plataformas que ofereçam suporte técnico no regime 24/7. Isso é essencial para controlar e diminuir o impacto de possíveis ataques cibernéticos.

Ter uma equipe de suporte especializado de prontidão é fundamental. Estes profissionais poderão identificar qualquer ameaça de ataque contra os dados de sua empresa, agindo de imediato para evitar a ação de criminosos.

Um bom suporte técnico também é responsável por fazer varreduras diárias no seu sistema para eliminar qualquer brecha de vulnerabilidade. Dessa forma, os criminosos terão poucas chances de invadir a sua estrutura e roubar os seus dados.

Se você possuir recursos, além de contar com suporte técnico dos softwares contratados, tenha seus próprios profissionais especializados. Estas pessoas serão importantíssimas para criar protocolos de segurança em sua empresa.

O cuidado com dados na internet deve ser redobrado. Se a sua empresa ainda não segue alguma das dicas que demos no texto, não perca tempo e aumente o nível de segurança dos seus dados on-line.

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Como vender no Linkedin?

Fundado há 17 anos, o Linkedin é a maior rede social voltada para relacionamentos profissionais do mundo, mas será que tem como vender no Linkedin?
Pois, bem, o Linkedin tem aproximadamente 690 milhões de usuários, 43 milhões só no Brasil.
Sua missão inicial era conectar profissionais em âmbito global, para torná-los mais competitivos e bem-sucedidos.

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Como vender no Linkedin? Um checklist para vender no Linkedin

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Fundado há 17 anos, o Linkedin é a maior rede social voltada para relacionamentos profissionais do mundo, mas será que tem como vender no Linkedin?

Pois, bem, o Linkedin tem aproximadamente 690 milhões de usuários, 43 milhões só no Brasil.

Sua missão inicial era conectar profissionais em âmbito global, para torná-los mais competitivos e bem-sucedidos.

A plataforma oferece conexão com profissionais e empresas de todo o mundo, marketing das empresas (perfil das empresas), marketing pessoal (perfil do profissional), cursos (conteúdos), informações do mercado de trabalho e da economia nos mais diversos segmentos, recrutamento e seleção de talentos profissionais, oportunidades de emprego em diversos portes de empresas e busca por leads para o trabalho comercial de prospecção.

Uma boa prática comercial de prospecção, por exemplo, é buscar no linkedin informações sobre preferências, tendências e até mesmo o nome da pessoa responsável a ser abordada, de uma determinada empresa (o “tomador de decisão”).

Mas e se o propósito for vender, pode?

Sim, claro que pode. Há uma ferramenta própria para isto dentro da plataforma, o Sales Navigator, que conecta compradores a vendedores (ferramenta paga, com o preço de R$ 239,99 mensais).

Mas temos que entender o contexto antes de traçar uma estratégia demasiadamente agressiva e invasiva.

O ambiente é totalmente profissional, o maior destaque se dá entre as empresas de grande porte, portanto o recomendado é que sigamos os padrões de etiqueta profissional do corporativo.

O ambiente é o B2B (empresa vendendo para empresa)

Se o objetivo for a venda B2C (empresa para consumidor final), este não é o ambiente mais apropriado.

O motivo é bem simples, o Linkedin é um ambiente de trabalho, onde os profissionais estão ali representando as empresas onde trabalham, tratando de assuntos profissionais e não pessoais. Eles não estão ali para fazerem compras pessoais.

Precisamos respeitar tanto os profissionais quanto o ambiente, ok?

A plataforma já deixou de servir apenas para procurar emprego há tempo. Claro que existem desempregados na rede em busca de networking e vagas, sendo um pilar importante de cursos como o Profissão HomeOffice, porém a plataforma passou a ter um propósito muito mais focado no compartilhamento de conteúdo e experiências.

No ambiente B2B também abordaremos pessoas, profissionais em expediente de trabalho, porém oferecemos produtos e/ou serviços que melhorem as condições atuais das empresas em que eles trabalham.

Oferecemos vantagens, onde o profissional abordado precisará perceber valor naquilo que oferecemos.

Precisará enxergar, dentro da nossa storytelling (técnica de marketing que descreve a história sobre o produto ou serviço que estamos anunciando), um momento futuro, imaginando a utilização prática daquilo que estamos ofertando e percebendo os benefícios que ele e sua empresa irão usufruir.

Entende?

O ambiente é profissional e estamos ali, como consultores comerciais, para oferecer a melhor solução para a empresa que o nosso interlocutor trabalha.

Somos solucionadores de problemas, agentes que transformam dores em desejos realizados, medos e sonhos realizados.

A abordagem é sutil e atrativa, simples e objetiva, segura e precisa.

Para executar a melhor estratégia de abordagem, é necessário cumprir com todas as peculiaridades de um eficiente processo comercial (matéria vasta que podemos tratar em outra ocasião).

Sem entrar no tema processo comercial, apenas dando um alerta, este não é um ambiente para representarmos qualquer empresa, qualquer produto e utilizando qualquer argumento.

Nossos interlocutores são altamente profissionais, treinados, capacitados para tomar as melhores decisões de compra e/ou parceria e só o farão se realmente a nossa empresa for boa, o nosso produto ou serviço for bom, a nossa proposta for boa e, principalmente, se de fato irá contribuir com a melhoria da empresa que ele representa.

Podemos até ordenar um checklist para isso!

Checklist de como vender no Linkedin:

  1. Sua empresa, ou a empresa que representa, tem condições de atender uma grande empresa?
  • O perfil da sua empresa e o seu perfil do Linkedin são bem feitos, bem apresentados e causam boa impressão (está dentro do padrão corporativo)?
  • O que tem para vender agregará valor, de verdade, à empresa compradora?
  • Seu produto ou serviço é realmente bom? Você compraria se estivesse no lugar do seu interlocutor? Por qual(is) motivo(s)?
  • Você estudou bastante a empresa e a pessoa que você vai abordar?
  • Como você irá causar uma transformação positiva para o seu interlocutor e/ou para a empresa que ele representa com o seu produto ou serviço (qual a dor e/ou o medo que você solucionará e transformará em desejo e/ou sonho realizados)?
  • Caso tenha um superior imediato, já debateu com ele a melhor estratégia de abordagem (pode ser com o seu sócio ou com a sua equipe, dependendo do seu projeto)?
  • Revise quantas vezes for preciso o seu script de abordagem, se certificando que ele é simples, objetivo e curto. Você não vai vender seu produto logo na abordagem, o seu objetivo inicial é agendar uma reunião para apresentação do seu projeto, produto ou serviço.

Dicas de ouro para vender no Linkedin:

  1. Neste ambiente não basta ser um simples vendedor, aqui “o buraco é mais embaixo”.

Aqui temos que ser consultores comerciais, autoridades no assunto, conhecedores engajados e repletos de informações relevantes para compartilhar com nossos clientes.

O ambiente é profissional e nós somos profissionais altamente qualificados.

  • Foco, simplicidade, objetividade e firmeza (segurança) nas conversas.
  • Assim que possível, pegue o telefone do interlocutor.

O ideal é criarmos conexão com ele, de preferência agendando uma reunião presencial.

Estamos o interrompendo e pedindo algo a ele sim, uma reunião. Mas o intuito é ajudá-lo,e entregá-lo algo que ele ainda não tem e que irá ajudá-lo de alguma forma, agregaremos valor.

  • O tratamento é de igual para igual. Partiremos sempre do princípio de que ele é um excelente profissional e nós também somos.

Sempre com respeito e educação, mas em mesmo pé de igualdade.

  • Se possível, utilizamos a ferramenta Sales Navigator, “joguemos com a regra debaixo do braço”. Assim ninguém questionará a nossa ética.

Reflita sobre os Números do Linkedin:

– 2003, o ano em que foi criado.

– 2011, ano em que chegou ao Brasil.

– 690 milhões de usuários no mundo.

– 43 milhões de usuários no Brasil.

– 100 mil novos perfis por semana.

– 2 milhões de posts, vídeos e artigos no feed da plataforma a cada dia.

– 4 milhões de empregos foram concretizados via Linkedin.

– US$ 26,2 bilhões foi o valor pago pela Microsoft , em 2016, para comprar o Linkedin. (fonte: Isto é Dinheiro, matéria de 22/05/2020)


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