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Economia

Entenda se vale a pena alugar seu imóvel

Entenda se vale a pena alugar seu imóvel

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Você já se perguntou se vale a pena alugar imóvel? Talvez você tenha uma casa, apartamento, galpão ou um terreno rural nesse momento e poderia estar lucrando com a renda gerada por ele.

Ou, talvez, sofresse em não aproveitar adequadamente a oportunidade e investir o seu dinheiro em outra área.

Por isso, caso você queira explorar ao máximo o seu patrimônio e gerar renda recorrente, é importante aprender se vale a pena alugar imóvel. Vamos descobrir? Para isso, siga a leitura!

Entenda que existem muitas formas de alugar um imóvel

Um dos primeiros pontos a se ter atenção quando discutimos se vale ou não a pena alugar um imóvel é compreender que existem muitas maneiras de realizar essa operação.

O aluguel mais comum é aquele que firmamos com alguém para morar na nossa propriedade. O acordo costuma ser feito por intermédio de uma imobiliária, o que reduz um pouco os ganhos mensais.

No entanto, essa não é a única forma de alugar um imóvel que existe no Brasil. Um exemplo clássico é o aluguel para indústrias, que costuma ser mais estável e mais rentável.

Para conseguir alugar para uma empresa, entretanto, é necessário ter um espaço adequado para isso, o que normalmente significa ter um galpão ou uma fábrica industrial.

Porém, mesmo um terreno rural pode ser alugado de forma lucrativa. Se você souber como alugar terreno para antena de celular, por exemplo, pode ganhar um bom valor recorrente com esse tipo de ação.

Por isso, vale a pena analisar a situação e entender quais são as opções de aluguel disponível para o seu imóvel e ver qual é a mais vantajosa para você, sempre analisando de forma detalhada o contrato de locação para torre de celular.

Saiba quais são as suas outras opções de investimentos

Apesar de falarmos sobre as muitas opções de aluguel que existem, precisamos também falar sobre as outras alternativas de investimentos.

Afinal, existem várias aplicações financeiras no mercado que podem ser úteis para quem quer ganhar um dinheiro recorrente ou simplesmente ampliar seu patrimônio para o futuro.

No geral, podemos dividir os investimentos em dois grupos: os de Renda Fixa e os de Renda Variável.

O primeiro caso são das aplicações mais seguras (a maioria tem proteção do Fundo Garantidor de Créditos ou do Tesouro Nacional), mas com rendimento atrelado a algum indexador como a Selic, IPCA ou CDI.

Por causa disso, os seus ganhos são um pouco menores do que os de outras modalidades, já que o risco é menor.

Dentre os exemplos de investimentos de Renda Fixa estão:

  • Tesouro Direto;
  • CDB;
  • LCI e LCA.

Já os investimentos de Renda Variável são aqueles cuja rentabilidade não está atrelada a nada e, por isso, pode ser praticamente ilimitada. No entanto, são aplicações de risco mais alto também, o que faz com que sejam mais perigosas.

Veja alguns exemplos:    

  • ações;
  • mercado cambial;
  • mini-contratos;
  • fundos imobiliários.

Faça o cálculo para aprender se vale a pena alugar imóvel

Agora que você já entendeu quais são as suas opções de investimentos de todos os lados, é hora de calcular se vale a pena alugar imóvel ou não.

Para isso, é importante considerar o seu perfil de investidor. Para alguém de perfil agressivo, ou seja, que prefere correr muito risco se o rendimento potencial compensar, então não vale a pena alugar um imóvel.

Isso porque um aluguel é um investimento de risco baixo, especialmente se vier acompanhado de uma boa análise de crédito de quem for alugar o imóvel.

Portanto, a grande questão para definir se vale a pena alugar imóvel é ver se o que você receberá de aluguel supera o rendimento dos indexadores financeiros (IPCA, Selic, etc.).

Se superar, então prefira investir seu dinheiro em aluguéis do que na compra de títulos financeiros.

E aí, gostou de aprender mais sobre como investir melhor o seu dinheiro? Não esqueça de deixar um comentário abaixo com a sua opinião sobre o assunto!

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Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

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Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

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O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


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