Curta e Compartilhe!

Economia

EMPREENDEDORISMO NOS RAMOS DE CONSERTOS E REPAROS EM TEMPOS DE PANDEMIA

Publicado

on

Empreender em tempos de pandemia é uma tarefa bem desafiadora, ainda mais se tratando consertos e reparos.

Saber qual a demanda das pessoas, usando poucos recursos que você possui, são opções para quem quer montar seu próprio negócio.

Além disso, aproveitando o período de isolamento social, os cursos rápidos se tornaram opções bem interessantes para quem deseja aprender ou aprimorar suas habilidades sem precisar sair de casa.

Conheça abaixo quais os negócios que envolvem consertos e reparos, mais buscados por empreendedores durante este período.

Reparo de eletrônicos e eletrodomésticos

Quando se está muitos dias em casa, os problemas com eletrônicos e eletrodomésticos começam a aparecer.

É uma batedeira que parou de funcionar, um celular que precisa de um reparo na tela para assistir as videoaulas e lives, entre outros consertos.

Sendo assim, a procura por um profissional qualificado esteve bem em alta nesta quarentena, e quem já possui um negócio próprio, essa é a hora para divulgar suas especializações.

Além de fazer o melhor preço, as pessoas estão buscando os estabelecimentos mais próximos, pois alguns meios de locomoção ainda estão limitados.

Dessa forma, as empresas de eletrônicos pensando no bem estar dos usuários, mantiveram as garantias estendidas neste tempo de pandemia.

Essa é mais um motivo para turbinar seu negócio, de reparos e manutenção de eletrônicos e eletrodomésticos.

Sapataria e costura

Com o baixo consumo de roupas e sapatos, os consertos se tornaram uma opção consciente para quem não quer gastar.

Mesmo com muitas ideias e tutoriais na internet, consertar algo é mais fácil do que você pensa, pois existem diversos materiais acessíveis que você já possui em casa.

Mas ainda têm muito público para quem trabalha com restauração e consertos de sapatos e roupas, sendo que a procura por um sapateiro ainda é comum para aqueles produtos que tiveram um maior investimento.

Já na parte de vestuário, estar na moda pode demandar alguns ajustes, principalmente nas peças dos anos 2000 que estão em alta, e precisam de uma repaginada.

Um olhar de uma costureira pode garantir ótimos resultados, já que essas profissionais foram muito requisitadas no que diz respeito à produção de máscaras. 

Serviços hidráulicos e elétricos

Com um tempo mais friozinho em algumas regiões do Brasil, os serviços hidráulicos e elétricos tiveram uma maior procura.

Dessa forma, alguns serviços não podem esperar, como um cano quebrado, uma torneira elétrica que não aquece ou um chuveiro queimado.

Os profissionais do ramo, tiveram uma maior demanda, sendo que alguns tipos de trabalhos requerem pessoas especializadas com ferramentas e técnicas de instalação e conserto.

Por isso, o profissional encanador ou eletricista tem sua utilidade, mesmo que as grandes empresas ainda estão com horários reduzidos, sendo essa uma oportunidade para quem quer empreender.

Oficina de bicicletas

Os donos de oficinas e pequenos negócios tiveram seus dias mais positivos em meio a crise econômica com a disseminação do coronavírus.

Com as regras de circulação, andar de bike se tornou um meio para ir ao trabalho, ao mercado ou em outro local importante.

Consequentemente, a busca por consertos de bicicletas, foi ainda maior, justificando um aumento de tráfego e prática de atividade física.

O interessante desse tipo de negócio é a rapidez no atendimento, onde o usuário chega na loja e logo sai com sua consertada.

Para quem já possui a habilidade de consertar bicicletas, essa é a hora para divulgar seus serviços e empreender no ramo.

Comentar

Comente a notícia

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Publicado

on

Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

Mentes Blindadas no Google News
Mentes Blindadas no Facebook News

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


Mentes Blindadas no Google News
Mentes Blindadas no Facebook News
Continuar lendo

TECNOLOGIA

CONHECIMENTO

NOTÍCIAS POPULARES