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Economia

Mercado de trabalho em 2020: entenda as principais tendências

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A rápida evolução das tecnologias e as mudanças pelas quais o mundo passa são fatores que devem afetar o mercado de trabalho em 2020. De fato, algumas profissões terão muita demanda, enquanto outras podem sumir.

Algumas mudanças ocorridas na última década impactaram o mercado de trabalho de maneira decisiva. O surgimento da indústria 4.0 e a preocupação com o meio ambiente podem ser apontados como alguns desses fatores.

Com o intuito de falar mais sobre esse assunto, apresentamos as melhores carreiras em 2020. Mostramos por que algumas profissões terão uma alta demanda por pessoal qualificado. Confira na leitura!

Compliance ambiental: uma área em alta no mercado de trabalho em 2020

Conforme mencionamos na introdução desse artigo, a preocupação com o meio ambiente criará novas oportunidades de trabalho.

Uma das tendências do mercado de trabalho para 2020 gerada por essa preocupação é a área de compliance.

Esse termo pode ser traduzido como “estar de acordo com” um conjunto de normas ou leis.

Entre essas leis, está a legislação que protege o meio ambiente. A função do profissional que trabalha nessa área é adequar as práticas da empresa com o desenvolvimento sustentável.

Sua ação permite evitar desperdícios e danos ao ambiente ao qual pertence uma organização.

Ao contratar esse profissional as empresas evitam também multas advindas das penalidades.

Ademais, essas organizações atendem às exigências de um consumidor cada vez mais atento aos problemas relacionados à sustentabilidade.

Geriatria: mercado de trabalho no Brasil em 2020

A população mundial está envelhecendo a passos largos. A mesma tendência pode ser observada no Brasil.

Para que se tenha uma ideia, de acordo com o IBGE, os idosos representam cerca de 14% da população brasileira. E esse número tende a aumentar consideravelmente.

Por isso, uma das profissões promissoras em 2020 na área da saúde é a de geriatra.

Atualmente, já existem algumas pós-graduações na área e os cursos de medicina das universidades têm dado a ela uma atenção especial.

O geriatra formado deve estar preparado para dar indicações de como se evitar doenças, além de oferecer recomendações que possibilitam uma maior qualidade de vida na terceira idade.

O mercado de trabalho em 2020 para os profissionais de big data

O crescimento do mercado de trabalho para os analistas de big data vem crescendo há alguns anos.

Em 2017, esse profissional já era um dos cinco mais contratados pelas empresas brasileiras. E essa demanda não para de crescer.

Por isso, o mercado de trabalho em 2020 para esses profissionais é bastante promissor.

Mas o que faz esse profissional? Em linhas gerais, o cientista de dados trabalha armazenando e interpretando dados dos clientes de uma empresa com o intuito de desenvolver campanhas de marketing, por exemplo.

Por meio da utilização da imensa quantidade de dados que constitui o big data, as empresas podem também entender as tendências do mercado.

Além disso, a leitura desse conjunto de dados é utilizada por gestores como uma ferramenta que orienta as tomadas de decisão.

Marketing digital: o mercado de trabalho em 2020

O mercado de trabalho em 2020 para os profissionais do marketing digital tende a continuar crescendo em ritmo vertiginoso.

Isso porque ainda há muitas empresas que desconhecem a importância da presença digital para um negócio.

Realmente, pesquisas apontam que menos de 15% das pequenas e médias empresas brasileiras têm algum canal digital. No entanto, ter uma estratégia voltada para a web é, hoje, um imperativo.

Entre as áreas de maior destaque no marketing digital está a de o desenvolvimento de lojas virtuais.

Isso porque um site aumenta de maneira significativa a visibilidade de uma marca na internet, além de contribuir para inspirar confiança e dar maior credibilidade ao negócio.

Mercado de trabalho em 2020: de olho nas mudanças para investir em uma carreira promissora

À vista do que foi dito, podemos concluir que os profissionais precisam estar atentos às tendências para saber em que formações investir. E, para isso, é necessário entender algumas mudanças que ocorreram no mundo.

Isso porque o mercado de trabalho em 2020 acompanhará muitas dessas mudanças. Entre elas, podemos mencionar o investimento cada vez maior em inovação e tecnologia e as preocupações com o meio ambiente.

E você, conhece outras profissões que estarão em alta no ano de 2020? Compartilhe seu conhecimento!

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Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

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Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

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O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


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