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Ranking: Sabará é o candidato mais rico de São Paulo

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Ranking: Sabará é o candidato mais rico de São Paulo

Filipe Sabará (Novo) é empresário, herdeiro de uma empresa de cosméticos e o candidato mais rico na disputa pela Prefeitura de São Paulo neste ano. No outro extremo, aparece Guilherme Boulos (PSOL), segundo informações prestadas à Justiça Eleitoral pelos 14 postulantes ao cargo.

De acordo com a declaração entregue ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Sabará é dono de R$ 5,1 milhões, com R$ 51 mil em investimentos e R$ 103 depositados em sua conta no Banco do Brasil.

A maior parte do seu patrimônio corresponde aos 72% de participação na empresa Fibella Comércio de Cosméticos. O herdeiro do Grupo Sabará de Cosméticos chegou a declarar patrimônio de R$ 15,6 mil, mas retificou a informação, segundo revelou o jornal Folha de S.Paulo.

Embora Sabará tenha tido sua filiação partidária suspensa pelo Novo, ele continua inscrito como candidato no TSE.

Segunda no ranking, Marina Helou (Rede) declarou R$ 2,2 milhões, a maior parte em imóveis. Ela diz ser dona de R$ 1,2 milhão correspondente a 50% de um imóvel em Moema (zona sul) e de R$ 750 mil, também metade de um imóvel na Vila Madalena, na zona oeste.

Celso Russomanno (Republicanos) é o terceiro colocado, com R$ 1,7 milhão. Os maiores valores correspondem a sua participação em uma empresa (R$ 385 mil) e a uma casa avaliada em R$ 301 mil.

Veja o ranking:

  1. Filipe Sabará (Novo): R$ 5.111.138,94
  2. Marina Helou (Rede): R$ 2.244.000,00
  3. Celso Russomanno (Republicanos): R$ 1.772.944,11
  4. Andrea Matarazzo (PSD): R$ 1.494.923,55
  5. Levy Fidelix (PRTB): R$ 954.597,41
  6. Orlando Silva (PCdoB): R$ 738.360,38
  7. Arthur do Val (Patriota): R$ 408.635,44
  8. Márcio França (PSB): R$ 272.864,37
  9. Joice Hasselmann (PSL): R$ 186.980,00
  10. Jilmar Tatto (PT): R$ 126.189,86
  11. Bruno Covas (PSDB): R$ 104.966,68
  12. Antonio Carlos (PCO): R$ 50.000,00
  13. Vera Lúcia (PSTU): R$ 20.000,00
  14. Guilherme Boulos (PSOL): R$ 15.416,00

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Após 17 anos foragido, ex-pistoleiro é preso suspeito de matar 4 pessoas

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Após 17 anos foragido ex-pistoleiro é preso suspeito de matar 4 pessoas

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Um ex-pistoleiro foi preso em Sergipe suspeito de participar de uma chacina, em 2004, na fazenda do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. À época, quatro pessoas foram mortas. O ex-pistoleiro, investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, estava foragido há 17 anos.

De acordo com a Polícia Civil, haviam dois mandados de prisão decretados pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande contra Édio Gomes Júnior, sendo um deles por envolvimento na chacina, crime pelo qual responde a processo na Justiça.

O G1 tenta localizar a defesa de Édio.

O advogado de Arcanjo, Paulo Fabrini, disse que quando o crime ocorreu na fazenda, o ex-bricheiro estava preso no Uruguaio em sistema de isolamento e não tinha contato com ninguém.

“A fazenda estava arrendada para a administração de terceiros. João Arcanjo nunca foi indiciado e muito meno denunciado por este crime. Édio trabalhou com Arcanjo até 2002 como motorista da casa. Não existe o menor indício de participação de João Arcanjo neste crime”, explicou.

A prisão de Édio ocorreu na praia de Atalaia Nova, em Barra dos Coqueiros (SE), após troca de informações entre a DHPP e a Polícia Civil de Sergipe.

Segundo a polícia, o foragido estava morando no município há cerca de quatro anos e se apresentava com documentos falsos. Aos policiais, ele confessou que usava a documentação para fugir da polícia.

Ele foi encaminhado ao Cope e, após autorização judicial, será transferido para Mato Grosso.

Chacina

A chacina ocorreu em março de 2004, na fazenda São João, localizada às margens da BR-163, próxima ao Trevo do Lagarto, em Várzea Grande.

Durante as investigações, foram identificados oito envolvidos no crime, todos funcionários da propriedade do ex-bicheiro. Os suspeitos foram indiciados por homicídio qualificado – cometido por motivo fútil, uso de meio cruel e sem chance de defesa -, ocultação de cadáver e formação de quadrilha.

O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia à Justiça ainda em 2004.

As vítimas, Pedro Francisco da Silva, José Pereira de Almeida, Itamar Batista Barcelos e Areli Manoel de Oliveira foram mortas pelos funcionários da fazenda.

Segundo a polícia, uma vítima foi morta a tiros e três delas foram amarradas e torturadas, antes de serem mortas por afogamento.

As versões constam na reprodução da chacina, realizada pela Polícia Civil em maio de 2004 a pedido do Ministério Público, da qual participaram dois dos investigados. Os dois envolvidos confirmaram que as vítimas foram amarradas e jogadas no lago em que pescavam e que demoraram pelo menos 20 minutos para morrer.

Depois de mortas, as vítimas tiveram os corpos jogados em uma área à margem da estrada da localidade de Capão das Antas, em diferentes pontos, a fim de dificultar o trabalho investigativo da polícia.

O inquérito conduzido pela equipe do delegado Wylton Massao Ohara, à época, apurou que as quatro vítimas foram à fazenda para pescar em um dos tanques de peixe da propriedade, na manhã do sábado de 20 de março.

Conforme a investigação, os amigos teriam ido ao local na intenção de pescar para consumo de suas famílias, quando foram surpreendidos pelos seguranças da fazenda e mortos.

Ainda de acordo com a polícia, como os quatro não retornaram para casa, no dia seguinte, as famílias procuraram a polícia e teve início a busca pelas vítimas. Ainda no domingo, a Polícia Militar localizou as quatro bicicletas próximas à cerca da fazenda. Após diversas buscas, os corpos foram localizados em uma área fora da fazenda, onde foram jogados a fim de ocultar o crime e dificultar a investigação.

Conforme depoimentos prestados à DHPP durante as investigações, um dos funcionários confirmou que ele e outros dois seguranças da fazenda encontraram os quatro rapazes no final da tarde do sábado, pescando no tanque de piscicultura e atiraram contra as vítimas. Uma delas correu para o mato para se esconder, mas foi morta com um disparo no abdômen feito por um dos seguranças.

A polícia informou que as outras três vítimas foram rendidas e então o segurança, que foi preso em Sergipe, teria ligado para o gerente da fazenda dizendo que “três capivaras estavam presas e uma estava morta e que aguardavam a faca para arrancar o coro das que estavam vivas”.


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