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Economia

Como três empresas mineiras se reinventaram durante a pandemia

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De acordo com um estudo do SEBRAE, até o final deste ano, aproximadamente 89% das pequenas empresas brasileiras registrarão um faturamento menor em decorrência da pandemia do COVID 19.

Os setores de turismo, eventos e artísticos foram os mais afetados, sendo seguidos pelos segmentos de artesanato, moda e beleza, academia, educação e alimentação.

O SEBRAE vem orientando os pequenos e médios negócios a manter as despesas e prazos em dia através de negociações com bancos e fornecedores para manter a saúde financeira dessas empresas em dia. Tudo isso se tornou mais simples graças às medidas do governo federal e alguns governos estaduais.

Com o objetivo de informar como a inovação e adaptação das empresas são fundamentais para permanecerem competitivas no mercado, neste artigo, falaremos sobre três empresas que se reinventaram durante a pandemia do COVID 19 e através de estratégias de marketing digital obtiveram sucesso.

3 empresas que inovaram para superar a crise do novo coronavirus

Conheça abaixo três empresas que inovaram e conseguiram manter a saúde financeira da empresa.

Lu Estética de Paracatu/MG

A mais de 32 anos no mercado de estética e beleza em Paracatu, Luciene Martins é uma empreendedora brasileira que conseguiu manter seu negócio em funcionamento durante a pandemia do novo coronavirus.

A clínica, primeira aberta na cidade oferece serviços de design de sobrancelhas, depilação, massagens, podologia, tratamentos faciais e vários outros.

Um dos fatores que fizeram com que a clínica Lu Estética se mantivesse em alta durante a crise foi o investimento recorrente em cursos de aperfeiçoamento e marketing digital.

Além disso, a clínica também disponibiliza diversos cursos profissionalizantes totalmente online na área da estética, escalando o faturamento da empresa.

Com o decreto do governo de Minas Gerais para fechar as portas e iniciar o isolamento social, Luciene focou seus esforços na venda dos cursos online para todo o Brasil.

Luciene viu a pandemia como uma oportunidade de escalar seu nome e ajudar outras pessoas, assim, começou a dar capacitação para esteticistas informais da sua cidade, ensinando métodos de precificação, a importância dos registros, workshops e treinamentos.

Bar dos Amigos de Montes Claros/MG

Não é novidade que a essência de um bar é a aglomeração de pessoas e entretenimento, assim, Thiago Meira, proprietário do Bar dos Amigos se viu em uma encruzilhada, não podendo disponibilizar o espaço para comemorações, happy hours e shows de música ao vivo.

Durante a pandemia, devido às medidas de isolamento social, Thiago apostou no serviço de delivery, levando o boteco até a casa dos clientes.

Além das bebidas, o bar também entrega pratos e poções, também é possível unir várias pessoas através de confraternizações online, onde todos os integrantes recebem as bebidas e os petiscos, um diferencial com relação aos concorrentes.

Homeshock de Belo Horizonte/MG

A Homeshock, empresa de segurança eletrônica consolidada a mais de 23 anos em Belo Horizonte sentiu o impacto inicial da pandemia devido a inadimplência dos clientes.

Esses clientes em maior parte eram estabelecimentos comerciais, que devido às medidas de lockdown, tiveram de fechar suas empresas, impedindo o cumprimento dos compromissos financeiros.

Porém, como muitas pessoas estavam dentro de suas casas e sítios, a busca por sistemas de segurança residencial aumentou muito, foi aí que Alexandre, proprietário da Homeshock, viu uma oportunidade de manter o negócio funcionando.

A estratégia para dar conta da demanda, consistiu em criar uma escala de revezamento entre os técnicos para fazer o monitoramento das residências.

Além disso, todo o marketing digital ficou voltado para os sistemas de monitoramento remoto e segurança residencial.

Conclusão

Mesmo durante as dificuldades, os empreendedores devem se manter firmes e buscar por soluções para o enfrentamento destas crises.

As crises financeiras criaram diversas empresas de sucesso na história moderna da nossa sociedade, a pandemia do novo coronavírus não foi a primeira e nem será a última.

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Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

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Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

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O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


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