Existe um desejo por parte de alguns políticos e inclusive o próprio presidente eleito Jair Bolsonaro, que seja aprovado as mudanças na previdência ainda este ano, no entanto podemos observar de acordo com a própria fala de Bolsonaro que o seu desejo é não ter que entrar tendo que digamos que aprovar uma mudança desse tipo, sua estratégia poderá ser dizer que não foi ele quem aprovou e portanto não ter parte nessa situação, acompanhe sua fala.

“Se nós bancarmos uma proposta dessa e formos derrotados [este ano], você abre oportunidade para a velha política vir pra cima de nós. (…) Eu tenho que começar o ano que vem com a nossa proposta e convencer os deputados e senadores a votar a nossa proposta. E tem que ser de forma paulatina, não pode querer resolver de uma hora para outra essas questões”

Jair Bolsonaro deixou claro não haver outro caminho para economia senão a reforma, mas também deu a entender que não pretende entrar nessa discussão ano que vem, assumindo assim o seu desejo de que ate lá a reforma esteja aprovada, e que assim ele possa dar continuidade ao seu plano de governo sem digamos que o peso de ter aprovado a famigerada emenda. Contrariando essa ideia vem o presidente do senado, Eunício Oliveira que defende que uma proposta dessa magnitude deveria ser encaminhada para o presidente eleito uma vez que estará no controle nos próximos 4 anos. Vale salientar, que enquanto o Rio de Janeiro esta sob intervenção militar o congresso fica proibido de votar a proposta.

A reforma da previdência tem entre outras modificações a alteração dos critérios para aposentadoria, aumento da idade mínima para aposentadoria e inclusive migra para o modelo novo os aposentados que estavam no antigo. Contudo, Maria Lúcia Fattorelli que é auditora da Receita Federal desde 1982 defende a tese que o déficit demonstrado pelo governo para justificar a necessidade da reforma da previdência é a fabricado, e o vídeo a seguir nos fornece justamente uma explicação a esse respeito e de como funciona a estratégia para vender a reforma da previdência para a população, ao que Fattorelli chamou de infâmia. Acompanhe!

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