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Economia

4 erros de quem opera Day Trade

O Day Trade é uma excelente possibilidade para quem pretende investir pensando no curto prazo. Entretanto, isso não quer dizer que represente uma solução fácil, muito menos de retornos imediatos. É preciso tempo para o investidor conhecer a fundo o ambiente da Bolsa, se especializar nesse tipo de abordagem e reunir uma série de características que costumam estar associadas ao sucesso na modalidade. 

Prova disso são os principais erros de quem opera no Day Trade. Alguns deles são tão comuns quanto absurdos, como os que aparecem na sequência. 

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O Day Trade é uma excelente possibilidade para quem pretende investir pensando no curto prazo. Entretanto, isso não quer dizer que represente uma solução fácil, muito menos de retornos imediatos. É preciso tempo para o investidor conhecer a fundo o ambiente da Bolsa, se especializar nesse tipo de abordagem e reunir uma série de características que costumam estar associadas ao sucesso na modalidade. 

Prova disso são os principais erros de quem opera no Day Trade. Alguns deles são tão comuns quanto absurdos, como os que aparecem na sequência. 

Veja como aprender mais sobre:

1. Não trabalhar com gerenciamento de risco 

Riscos são normais no mercado de investimentos, entretanto, em alguns ativos eles são mais presentes do que em outros. Existe uma relação entre risco e retorno, de modo que os ativos tidos como mais arriscados são aqueles que costumam remunerar melhor

Essa relação cria um atrativo para investimentos de risco, o que naturalmente gera perdas em investidores menos experientes. É papel do trader avaliar o risco de cada abordagem e se organizar para fazer o chamado gerenciamento de risco, procedimento no qual é possível estabelecer limites, tendo sempre em mente a relação de compensação entre vantagens e risco potencial encontrado. 

Um erro comum nesse mercado é pensar que a tomada de decisões tem a ver com audácia, quando na realidade ela depende de critérios muito bem definidos. Traders profissionais sabem exatamente quando e como recuar diante das oscilações dos ativos, amenizando os riscos. 

2. Descuidar do controle emocional 

Uma pessoa que não tem controle emocional não costuma ter sucesso na Bolsa. A explicação está na própria natureza do ambiente, no qual é preciso estar o tempo todo observando a oscilação dos ativos para comprar ou vender na hora certa. 

Outro erro grave é entrar nesse mercado sem o menor preparo, acreditando no potencial de uma empresa e se ver perdido entre os gráficos que variam o tempo todo. Logo, a tendência é que a pessoa se sinta nervosa e acabe se desfazendo de ativos assim que eles demonstrarem tendência de queda, ainda que seja momentânea. 

Esse erro pode fazer com que o trader perca muito dinheiro. Por isso, antes de se inserir nesse meio é indicado que o investidor tenha ciência do que o espera e sangue frio não só para fazer boas escolhas, mas também para lidar com as oscilações naturais das empresas. 

3. Não contar com ferramentas específicas 

Alguns recursos podem ajudar o investidor na busca por resultados no Day Trade. Entre eles está o simulador de investimentos, uma ferramenta desenvolvida para demonstrar a movimentação dos ativos em um ambiente que simula a Bolsa. Esse tipo de solução é essencial para quem pretende aprender a investir, podendo cometer erros sem que haja dinheiro envolvido. 

Outro exemplo de recurso específico é a plataforma de investimentos profissional, na qual é possível encontrar os ativos com maior facilidade e ainda contar com soluções oferecidas pelas próprias corretoras. Dentro dela é possível adotar recursos como a alavancagem, por exemplo, uma alternativa que costuma fazer a diferença na atuação de traders profissionais, pois permite que as ações sejam tomadas mesmo que o investidor não tenha o capital naquele exato momento. 

É um erro abrir mão desse tipo de recurso, uma vez que ele simplifica a tomada de decisão do investidor, seja na sua preparação para lidar com o pregão virtual, seja na sua adaptação ao ambiente como um todo. 

4. Seguir falsos gurus 

Em tempos de tecnologia, o que não falta são falsos especialistas que tomam conta das redes sociais com indicações. Muitas vezes eles enchem suas páginas com dicas gratuitas, para aumentar sua audiência e depois vender treinamentos caros com promessas impossíveis de serem cumpridas. 

Um erro comum que o investidor comete é seguir a orientação de pessoas que sequer contam com autorização legal para falar sobre finanças. Pode ser um perda de tempo e de dinheiro comprar treinamentos que não levarão a nada e, pior, acabar investindo errado. Quem promete resultados milagrosos na Bolsa, certamente não sabe como ela funciona. 

Por isso, a melhor maneira de aprender sobre Day Trade e investimentos em geral é recorrer a profissionais que contam com autorização para falar sobre o assunto, como aqueles que representam entidades como corretoras de valores, bancos e profissionais certificados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).


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Economia

Nova Lei do Gás deverá reduzir o preço dos produtos e dar competitividade

O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

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Nova Lei do Gás deverá dar competitividade à indústria brasileira

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O deputado Alceu Moreira (MDB/RS) afirmou nesta terça-feira (9), em entrevista, que o novo Marco Legal do Gás Natural será importante para reduzir o preço dos produtos e dar competitividade à indústria nacional.

Na Câmara, onde a matéria tramita, há expectativa de votação da Nova Lei do Gás em Plenário nesta quinta-feira (11). Texto original aprovado na Câmara em setembro, sem as modificações feitas pelo Senado, atendem melhor às necessidades do setor produtivo
 
Segundo o parlamentar, a matriz energética brasileira atual traz custos muito caros, os quais seriam diminuídos com a expansão do mercado de gás natural. Na configuração atual, ele explica, o preço dos produtos é impactado pela energia mais cara no processo de fabricação, o que diminui a competitividade da indústria nacional no mercado externo.
 
“É um custo [da energia utilizada] que está no produto, que será reduzido e vai mudar nossa capacidade competitiva. O custo dessa energia é muito mais barato do que o custo contínuo da energia que nós temos hoje. A indústria nacional precisa de muitos movimentos como esse para que ela possa ter competitividade no mercado internacional, mas esse é, com certeza, um passo determinante”, avalia.

Veja como aprender mais sobre:

Votação da proposta

O texto original da proposta foi aprovado na Câmara e, posteriormente, no Senado. No entanto, com a adição de nove emendas pelos senadores, a proposta voltou para apreciação dos deputados, que precisam decidir se mantém ou não a nova redação. A tendência é que a Casa rejeite as alterações do Senado. O próprio relator do texto, deputado Laercio Oliveira (PP/SE), deu parecer favorável para rejeição de todas as emendas e trabalha para obter maioria na votação marcada para esta quinta.
 
Um dos pontos de maior tensão diz respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 

“Há, por exemplo, gasodutos que têm características de transporte, mas eles estão dentro de um estado e, de alguma forma, se isso for colocado na mão dos entes estaduais, há o risco de criação de riscos de mercados regionais”, avalia Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 

Defensores da proposta original, o que inclui o governo federal e entidades que representam os consumidores de gás, argumentam, também, que o PL aprovado no Senado dificulta o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento.

O texto original previa que os ofertantes de gás teriam acesso facilitado a essas estruturas, o que aumentaria a competitividade no mercado.

Marco Legal do Gás

O PL, tratado como novo marco regulatório do gás natural, tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).

O texto também viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item no País. Com essas e outras medidas, especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final.


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